No terceiro e último dia da 4ª edição do Congresso Brasileiro de Medicina Geral, no último sábado, 13 de junho, um dos debates foi sobre a Comissão Nacional de Equidade, Diversidade e Inclusão da Associação Médica Brasileira (Conedi/AMB). A mesa foi coordenada pelo presidente da AMB, César Eduardo Fernandes, pela 1ª secretária da Associação e secretária geral adjunta da Associação Paulista de Medicina, Maria Rita de Souza Mesquita, e pelo membro da Conedi e coordenador do Centro Peripoeratório do Hospital das Clínicas da FMUSP, Julio César de Oliveira.
“Este é um tema da maior importância no País e no mundo, e no exercício da nossa profissão. Entretanto, os médicos muitas vezes não valorizam algo de tamanha relevância em meio às questões operacionais do dia a dia. Entretanto, depois que vimos algumas pessoas falando com dados e muita propriedade sobre esse tema em um evento da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), entendemos que a AMB não podia ficar à margem e decidimos criar nossa Comissão”, introduziu Fernandes.
Maria Rita também destacou a importância da Conedi e informou que a Comissão – idealizada em julho de 2025 e criada em outubro do ano passado – já tem representantes de todos os estados e tem realizado reuniões com bastante conteúdo e ideias. “Nossa proposta é dividir os integrantes em subgrupos de acordo com os interesses: mulheres, negros, povos originários, lgbtqiapn+, pessoas com deficiência e outros.”
Juliana Kozan, advogada especialista em Direito Médico e da Saúde que assessora a Comissão, apresentou o objetivo principal – que é fortalecer a equidade na assistência à Saúde no País, buscando identificar e…







