
“Podemos afirmar que o Congresso Brasileiro de Medicina Geral não é mais apenas um projeto bem-sucedido, já se tornou um patrimônio da Medicina brasileira. Tenho a convicção de que acertamos com aquela ideia inicial, que não seria possível sem o empenho coletivo da Diretoria e dos colaboradores da Associação Médica Brasileira”, resumiu o presidente da AMB, César Eduardo Fernandes, durante a cerimônia de encerramento do evento, no último sábado, 13 de junho.
O presidente da Associação Paulista de Medicina, Antonio José Gonçalves, também compôs a mesa solene, representando as 27 Federadas, ao lado de Luiz Carlos Souza Sampaio, presidente do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura, representando as 54 sociedades de especialidade; Carlos Magno Pretti Dalapicola, 2º tesoureiro do Conselho Federal de Medicina; e Florisval Meinão, secretário-geral da AMB e diretor de Patrimônio e Finanças da APM.
Realizado entre os dias 11 e 13 de junho, o Congresso reuniu cerca de 4.200 participantes de todo o País. “O Congresso Brasileiro de Medicina Geral ainda é um bebê, mas um dia será o maior evento médico do País. Não existia nada parecido com ele antes, mas é algo que precisávamos ter, pelas características da Medicina que se pratica no Brasil. Ele é uma verdadeira celebração da Medicina, pois miramos nos generalistas, mas trazemos também especialistas que querem se atualizar em outras áreas”, complementou Fernandes.

Durante a cerimônia, foram entregues diversos prêmios: às três duplas de um desafio de atendimento a paradas respiratórias que ocorreu ao longo do Congresso; aos três melhores e-pôsteres e aos três melhores trabalhos na modalidade apresentação oral.







