
A digitalização dos prontuários médicos é definitiva para a melhora da experiência do paciente em hospitais. Isso ocorre porque, mais do que retirar o uso do papel e levá-los para a tela, o acesso às informações e ao histórico clínico torna-se mais rápido, seguro e integrado. Contudo, a mudança exige atenção redobrada à proteção de dados sensíveis contra vazamentos, fraudes e ataques maliciosos.
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De acordo com o “IBM Cost of a Data Breach Report 2025”, relatório da empresa multinacional americana IBM, o setor de Saúde continua entre os que apresentam o maior custo médio (US$7,4 milhões) causado por incidentes relacionados a vazamento de dados. É por isso que as áreas de TI de hospitais e clínicas seguem buscando alternativas como criptografia, autenticação multifator e o blockchain, banco de dados digital descentralizado com informações criptografadas, para fortalecer a segurança dos prontuários eletrônicos dos pacientes (PEP).
Para Genilson Cavalcante, CEO da Green Paperless, empresa do ecossistema MV com a missão de acelerar a transformação digital nas instituições de saúde, a digitalização dos dados de pacientes precisa estar acompanhada de mecanismos que garantam a integridade e a rastreabilidade das informações.
“Para apoiar o setor nesse desafio, as tecnologias paperless atuam para que a eliminação do papel na Saúde seja realizada de forma que cada documento permaneça protegido durante todo o seu ciclo de vida. Além delas, ferramentas como criptografia e mecanismos de rastreabilidade também oferecem mais segurança, transparência e confiabilidade para hospitais e pacientes”, comenta.
Embora o uso do blockchain ainda esteja em expansão na área médica, essa tecnologia adiciona uma valiosa camada de segurança extra. Ao gravar evidências imutáveis sobre qualquer alteração ou movimentação de documentos, o sistema fortalece processos de auditoria e protege toda a cadeia de informações.
Além de reduzir riscos de ataques, a escolha pela digitalização de documentos e prontuários elimina problemas casuais de arquivos físicos, a exemplo de extravios, duplicidade e dificuldade na localização, o que acaba por contribuir para uma assistência ao paciente mais ágil e efetiva.
“À medida que os hospitais investem em soluções que combinem proteção, rastreabilidade e tecnologias que possibilitem a conformidade regulatória, a segurança dos dados incluídos em prontuários deixa de ser um diferencial e passa a ser um requisito para garantir a confiança nas informações clínicas”, conclui Genilson Cavalcante.
*Informações Assessoria de Imprensa
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