Novidades no Instituto para Cuidado do Fígado

Instituto para Cuidado do Fígado
(Foto: Divulgação)

Depois de 12 anos, para marcar uma nova fase, o Instituto para Cuidado do Fígado, que presta atendimento voluntário em Curitiba (PR), foi ampliado. Agora duas salas (905 A e 906), no 9°andar do Edifício Asa, formam os novos 96m² do ICF. “Vimos que nossa sede já estava pequena para nossa necessidade diária, além disso, fechamos o ano com uma nova parceria e, para dar certo, precisaríamos de um espaço maior”, explica o Dr. Fabio Porto, sócio fundador do Instituto.

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Este ano, além do espaço clínico para os pacientes do ICF e do bazar permanente com roupas e acessórios, dispomos de cooperação com o Narcóticos Anônimos (NA), com reuniões diárias e grupos especiais.

“Trata-se de um novo olhar para causas externas que podem também causar enfermidades hepáticas, e por que não cuidar da causa e não só tratar a consequência das doenças”, diz a cirurgiã voluntária Ana Sofia Montero.

Vale lembrar que o ICF trabalha com a empatia das pessoas, uma vez que lida diariamente com famílias que precisam de amor do próximo. Porque para que aconteça um transplante, é preciso que o amor, a vida e a empatia pelo próximo façam parte da história das famílias ali presentes.

“E falando em amor, para o ano de 2023 temos ainda uma nova missão, achar um nome para a nova mascote do ICF, um coração lindo e cheio de vontade de fazer o bem. Para nos ajudar nessa missão, basta sugerir nomes para nosso novo amiguinho em nossa página do Instagram. Importante dizer ainda que qualquer pessoa ou empresa pode apadrinhar nossa causa, seja com doação de notas fiscais, seja com roupas ou produtos para nosso bazar permanente ou ainda doação por boleto mensal em prol da causa. Somos muito agradecidos por todos que nos ajudam há 12 anos a escrever e contar essa história e dar a esperança de um futuro para muitas famílias”, finaliza Fabio.

Sobre doação de órgãos

Para ser um doador, basta avisar a família. Vale lembrar que o doador vivo pode doar um rim, medula óssea (se compatível, feita por meio de aspiração óssea ou coleta de sangue); parte do fígado (em torno de 70%) e parte do pulmão (em situações excepcionais). Já um único doador falecido pode salvar mais de oito vidas, podendo doar coração, pulmão, fígado, os rins, pâncreas, córneas, intestino, pele, ossos e válvulas cardíacas.

Para entrar na lista de espera de transplante, o médico do paciente precisa cadastrá-lo na lista única. Os receptores (pacientes que estão na fila) são separados de acordo com as necessidades e conforme o órgão que necessitam, tipos sanguíneos e outras especificações técnicas.

Desde 2015, a equipe do Instituto para Cuidado do Fígado (ICF) é a responsável pelo serviço de transplantes hepáticos do Hospital do Rocio, em Campo Largo (PR). Além disso, há 12 anos, atende gratuitamente pacientes com problemas hepáticos, orientando desde o diagnóstico das doenças do fígado até o término do tratamento, seja ele tomando remédios ou realizando um transplante.

*Informações Assessoria de Imprensa

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