E-book traça o panorama e perspectivas dos 1000 dias de pandemia

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(Foto: Divulgação)

Desde o dia 11 de março de 2020, quando o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, decretou que o mundo estava encarando a pandemia da Covid-19 já passaram 1000 dias. De lá para cá, o mundo mudou um tanto. Não somente pelas mais de 6 milhões de vidas perdidas em escala global, mas também pela forma que o ser humano tem encarado as transformações sociais, tecnológicas e econômicas. O planeta, no geral, aprendeu a conviver com a dor e soube se reinventar à sua maneira.

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Mas como mensurar todos os impactos que vivenciamos e sentimos nesse intervalo de dias? Com tantas notícias acontecendo ao mesmo tempo, como conseguir entender o que aconteceu antes, depois e quais os impactos que ainda sentimos devido ao que começou a acontecer em 2020 e perdura por todos esses mil dias?

Para tentar compreender e explicar sobre esse período da história da humanidade, o The BRIEF, newsletter de negócios e tecnologia do NZN, acaba de lançar o e-book “500+500 dias com ela (a covid-19): uma pandemia não tão breve quanto gostaríamos”, um conteúdo que aborda trabalho, finanças, saúde, economia, negócios e tecnologia e, sobretudo, memórias sobre a pandemia. Você pode conferi-lo clicando aqui.

“É inegável que o mundo passou por esse período carregando marcas profundas em todos os aspectos. Durante esses últimos mil dias, dentro do The BRIEF, conseguimos cobrir e abordar muitas dessas mudanças, seja no cenário das empresas de tecnologia, seja no ambiente de trabalho, no comportamento das pessoas ou até na saúde mental. O objetivo do nosso material é trazer um resumo completo para relembrarmos essa caminhada enquanto nos preparamos para a estrada a seguir”, destaca Renato Mota, editor do The BRIEF.

A importância das newsletters para empresas e consumidores

Quando se fala em estratégia digital para o impulsionamento de marcas, é comum que as redes sociais, como Instagram, Facebook e a sensação TikTok, sejam os primeiros canais a vir à mente. Em tempos de interações instantâneas e conteúdo cada vez mais rápido, com vídeos curtos sendo priorizados pelos algoritmos, a impressão que se tem é de que texto e e-mail ficaram obsoletos.

Uma pesquisa realizada no ano passado pela desenvolvedora de software de vendas e inbound marketing HubSpot, no entanto, indicou o contrário, já que 77% das empresas entrevistadas afirmaram ter visto um aumento no nível do engajamento dos clientes via e-mail durante a pandemia de Covid-19. Mas em vez de quantidade, o foco agora é na segmentação e personalização. Nesse contexto, as newsletters ganham força.

Resumidamente, newsletter é um e-mail com conteúdo informativo, enviado de forma habitual por uma empresa ou marca para sua base de contatos. Na newsletter, são compartilhados links e informações que sejam interessantes para o público e estejam relacionados ao negócio. As newsletters conversam diretamente com o usuário e têm como principal objetivo, além de informar, estreitar o relacionamento do público com a empresa, o que eleva os níveis de engajamento.

“Por mais que haja resistência em alguns setores, justamente por pensarem que o formato de newsletter é antiquado e restrito, estamos vendo que o mercado em geral adotou os disparos de e-mails de modo mais moderno. Assim, vemos que há muitas possibilidades para que as marcas tenham uma conexão frequente, confiável e duradoura com seus clientes. Trata-se de uma ferramenta que funciona como um canal de aproximação, um canal de conversa”, afirma Renan Hamann, head de Branded Content e Brand Publishing da NZN, especializada na criação de audiências segmentadas.

Segundo o especialista, a newsletter tem como um de seus grandes trunfos evitar a sensação de urgência que os aplicativos de mensagens instantâneas e as redes sociais transmitem, pois ao mesmo tempo que a entrega nessas plataformas é extremamente rápida, essa relação é facilmente dissolvida. O e-mail, por sua vez, requer mais atenção e quebra a lógica da instantaneidade, muito porque o momento de checagem da caixa de entrada é diverso daquele em que se navega nas redes sociais e aos assuntos de interesse é dedicado um tempo maior.

*Informações Assessoria de Imprensa

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