Proposta pelo deputado federal Weliton Prado (PSD/MG), a audiência teve como objetivo debater a situação epidemiológica, assistencial e de financiamento do câncer de pulmão no país, no contexto da implementação da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (Lei nº 14.758/2023).
Na ocasião, o presidente da SBPT, Ricardo de Amorim Corrêa, defendeu o fortalecimento da linha de cuidado do câncer de pulmão no SUS, com foco no diagnóstico precoce, acesso ao tratamento e incorporação de tecnologias.
“Como especialistas da área respiratória, lidamos diariamente com o diagnóstico e o tratamento de pacientes com doenças respiratórias crônicas e graves, sendo que o câncer de pulmão é uma das nossas principais dificuldades, preocupações e desafios”, afirmou.
Durante a audiência, o pneumologista também apresentou o posicionamento técnico da SBPT e da Aliança Brasileira contra o Câncer de Pulmão, da qual a entidade é cofundadora ao lado de outras sociedades científicas, como a Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica (SBCT). Segundo ele, o principal desafio segue sendo o diagnóstico tardio.
“Apenas 15% dos casos são diagnosticados em estágio inicial. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes chega aos serviços de saúde em fases avançadas da doença, o que reduz significativamente as chances de sobrevida e aumenta o custo do tratamento”, ressaltou.
Ricardo de Amorim Corrêa alertou ainda para o impacto do tabagismo e do aumento do uso de…








