
Convidado por John Mastetti, presidente da Sociedade Peruana de Saúde Ocupacional (SOPESO), Francisco Cortes Fernandes participou de duas mesas-redondas. Em uma delas, apresentou as diferenças entre listas e critérios relacionados às doenças ocupacionais adotados por Brasil, Peru e Argentina.
“A Medicina do Trabalho possui singularidades em cada país, principalmente pelas diferenças de legislação. Estar ao lado de especialistas do Chile, Argentina, Peru e Colômbia permite trocar experiências e compreender diferentes formas de enfrentar desafios que, muitas vezes, são comuns”, destacou.
Riscos psicossociais – Por sua vez, Ricardo Turenko levou ao Congresso a experiência brasileira com fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho e sua incorporação ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). Segundo ele, o modelo nacional despertou interesse por estabelecer a necessidade de identificar, avaliar e gerenciar esses critérios sem determinar um único instrumento ou questionário para todas as organizações.
“A troca evidenciou uma dificuldade comum aos países latino-americanos: ainda temos poucos dados comparáveis sobre exposição a fatores psicossociais, adoecimento mental relacionado ao trabalho e seus impactos. Uma possibilidade é utilizar a rede de observatórios da América Latina para estimular a construção de indicadores e bases de dados mais comparáveis”, explicou Turenko.

Organização do trabalho – Além desses temas, os debates durante o…










