Comprovadamente terapêutica, a dança traz inúmeros benefícios culturais, sociais, educacionais e científicos. Além de fazer bem ao corpo, coração e à mente, a atividade libera serotonina – conhecida também como o hormônio da felicidade por trazer sensação de alívio, melhorando o humor e o sono. Há quem opte pela dança para se divertir, melhorar sua saúde mental ou até mesmo como profissão. As chances de crescimento na área são grandes, uma vez que o campo da saúde mental e qualidade de vida tem ganhado cada vez mais adeptos.
“Devido ao próprio estilo de vida moderno e à nova rotina, especialmente agora, após a pandemia da Covid-19, as pessoas estão acumulando cada vez mais funções e cuidando cada vez menos da saúde. Muitas, inclusive, estão optando pelos cursos de Danças para relaxar e desestressar, então este tipo de atividade tende sim a ter uma demanda crescente nos próximos anos. Para os profissionais que pretendem seguir carreira na área, eles precisam saber qual a melhor maneira de se posicionar”, explica Aline Rodeguer, coordenadora geral do Centro de estudos em dança e artes do corpo da Unyleya, uma das primeiras Instituições de Ensino 100% EAD no Brasil.
A pandemia da Covid-19 impactou diretamente a economia brasileira e, principalmente, a saúde mental da maioria das pessoas. Em 2020 – ano em que começou de fato a pandemia no Brasil, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertava para a necessidade da manutenção de serviços de assistência à Saúde Mental. Isso porque neste período, a prevalência global de
ansiedade e
depressão aumentou em 25%, de acordo com a OMS. Se o Brasil já era o país com o maior percentual de casos de ansiedade do mundo e um dos líderes em casos de depressão, agora com a volta do “novo normal” no “pós-pandemia”, os cuidados devem ser redobrados com relação à saúde mental dos brasileiros.
Neste sentido, os cursos de Dança podem contribuir no tratamento de doenças como a depressão. “Quando falamos de doenças emocionais, do campo mental, falamos de um trabalho integrativo, que faz parte do processo do tratamento. Depressão é uma doença que precisa ser acompanhada e o paciente pode desenvolver habilidades para não ter recaídas ao longo da vida. Certamente que a Dança é um processo que vai auxiliar nas práticas integrativas e no tratamento para quem busca uma melhor qualidade de vida”, conclui Aline.
*Informações Assessoria de Imprensa
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