Transformação na gestão de clínicas médicas, odontológicas e hospitais: uma urgência ignorada

gestão clínica
(Foto: senivpetro/Freepik)

No cerne do sistema de saúde, a gestão deficiente de clínicas médicas e hospitais ocorre como uma crise silenciosa, com consequências devastadoras para a qualidade do atendimento ao paciente e a sustentabilidade financeira das instituições. Éber Feltrim, visionário na consultoria de negócios de saúde e CEO da SIS Consultoria, lança luz sobre esta questão crítica, propondo uma mudança radical na forma como são administradas as instituições de saúde.

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A transformação na gestão de clínicas não é apenas uma opção; é uma necessidade urgente para garantir o futuro da assistência à saúde. “É possível reverter essa crise, melhorando não apenas a eficiência operacional, mas também, e mais importante, a qualidade do atendimento ao paciente”, aponta.

A raiz do problema

Gestão ineficaz nas clínicas e hospitais não é apenas um obstáculo operacional, mas um risco direto para a vida dos pacientes e um buraco negro financeiro. Erros capitais — desde a falta de controle financeiro rigoroso, a relutância em adotar tecnologia avançada, até a negligência em análises profundas e o desinvestimento em liderança efetiva — estão não apenas comprometendo, mas desmantelando o sucesso de muitas instituições de saúde.

Efeito cascata da gestão inadequada

Os impactos de tais falhas de gestão reverberam em todos os aspectos do atendimento. A ineficiência operacional leva a longos tempos de espera, erros médicos aumentados e uma experiência geralmente desagradável para o paciente. Financeiramente, resulta em recursos mal aplicados, desperdício e, em última análise, em uma clínica ou hospital lutando para manter as portas abertas.

Rumo à solução

Feltrim não apenas diagnostica os sintomas da crise de gestão; ele também prescreve um tratamento robusto. “O primeiro passo é uma avaliação honesta e abrangente das operações atuais, identificando áreas de risco e oportunidade”, aconselha.

As soluções propostas incluem a adoção de tecnologia de ponta como ferramentas digitais que podem automatizar a coleta e análise de dados, melhorar a comunicação com os pacientes e otimizar o agendamento e o gerenciamento de registros.

Desenvolvimento de lideranças também é outro aspecto que deve ser acompanhado. “Investir na capacitação de líderes dentro da organização para inspirar, motivar e dirigir equipes em direção à excelência no atendimento ao paciente”, elenca o especialista.

Um plano estratégico focado permite estabelecer metas claras e realizar um planejamento que alinhe toda a equipe com os objetivos de longo prazo da instituição.

Para conquistar a eficiência operacional, Feltrim destaca que é preciso revisar processos internos para eliminar ineficiências, reduzir erros e melhorar a qualidade do serviço. “Estabeleça um diálogo contínuo com os pacientes para entender suas necessidades e percepções, ajustando os serviços conforme necessário para melhorar a satisfação. Monitore de perto as finanças, implemente orçamentos realistas e práticas de cobrança que assegurem a viabilidade financeira no longo prazo”, conclui.

*Informações Assessoria de Imprensa

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