Cateterismo e angioplastia: o que são, quando fazer e qual a diferença entre os procedimentos

angioplastia
(Foto: Magnific)

Você já ouviu falar em cateterismo ou angioplastia, mas não sabe exatamente o que significam ou quando são indicados? Esses dois procedimentos estão entre os mais importantes na área da hemodinâmica, especialidade que cuida do diagnóstico e tratamento das doenças cardiovasculares por meio de exames minimamente invasivos.

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O que é cateterismo?

O cateterismo cardíaco é um exame hospitalar realizado por um médico hemodinamicista. Ele consiste na introdução de um cateter (um tubo fino e flexível) através de uma artéria do braço ou da perna até o coração, com o objetivo de injetar um contraste que permite visualizar em tempo real os vasos sanguíneos, especialmente as artérias coronárias.
Esse exame é essencial para avaliar se há obstruções ou estreitamentos nas artérias que irrigam o coração, problemas que podem causar angina, infarto ou insuficiência cardíaca.
E a angioplastia?

Quando o cateterismo detecta uma obstrução significativa, o médico pode realizar imediatamente um procedimento chamado angioplastia, que consiste na desobstrução da artéria afetada.

É como se fosse uma “plástica no vaso sanguíneo”. Com a ajuda de um kit angio (conjunto de materiais específicos) o médico utiliza um cateter balão para dilatar o local estreitado e coloca um stent, que é uma pequena malha metálica que mantém a artéria aberta, restaurando o fluxo sanguíneo.
A importância de compreender o exame

Segundo a enfermeira e PhD Marcela Padilha, Suporte Clínico da ALKO do Brasil, indústria farmacêutica voltada à área de diagnóstico por imagem, “o cateterismo e a angioplastia representam avanços significativos no cuidado cardiovascular. São exames e procedimentos que exigem precisão, tecnologia e uma equipe altamente qualificada para garantir eficácia e segurança ao paciente.”
Quando procurar ajuda?

Os principais sinais de alerta para procurar um cardiologista, que poderá indicar um cateterismo, incluem:

  • Dor no peito (especialmente ao fazer esforço)
  • Falta de ar
  • Palpitações ou batimentos cardíacos irregulares
  • Histórico familiar de doenças cardíacas
  • Fatores de risco como hipertensão, diabetes, colesterol alto e tabagismo

Esses procedimentos são realizados sempre em ambiente hospitalar, com estrutura para monitoramento e suporte, e costumam ter alta taxa de segurança e rápida recuperação, quando bem indicados.

Hoje, materiais como os usados em kits de angioplastia passaram por grande evolução. Eles oferecem precisão, eficácia e agilidade, sendo fundamentais para o sucesso do procedimento. É por meio desses recursos que o hemodinamicista consegue atuar com segurança e rapidez no momento mais crítico, muitas vezes, durante um infarto agudo do miocárdio.

*Informações Assessoria de Imprensa