“Ovário artificial” é tema da Tertúlia de maio da AMSP


Palestra foi conduzida pelo vice-presidente da Academia, Edmund Chada Baracat

Na última quarta-feira, 13 de maio, a Academia de Medicina de São Paulo realizou mais uma edição da sua tradicional tertúlia – de maneira híbrida, com transmissão a partir da sede da Associação Paulista de Medicina. O convidado desta edição foi o vice-presidente da AMSP, Edmund Chada Baracat, que fez uma apresentação sobre o “Ovário artificial”.

O presidente da Academia, Helio Begliomini, agradeceu a presença de todos e fez uma breve apresentação do palestrante. Graduado pela Escola Paulista de Medicina (EPM) – hoje pertencente à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) -, Baracat fez residência em Ginecologia e Obstetrícia no Instituto de Assistência Médica do Servidor Público Estadual e exerceu na Universidade de São Paulo (USP) diversas atividades, como membro do Conselho Diretor do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, chefe de departamento, membro e vice-diretor do Conselho Deliberativo do Hospital das Clínicas (2011-2014), entre outras.

Com mais de 550 artigos publicados e centenas de teses orientadas, atualmente Baracat é Professor Titular na disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e Professor Emérito do Departamento de Ginecologia da EPM/Unifesp.

O palestrante iniciou a apresentação explicando que o ovário artificial é um tema pesquisado há bastante tempo, ganhando força com a necessidade de preservar a fertilidade de jovens com doenças neoplásicas. Tratamentos oncológicos podem levar à falência ovariana prematura, e estratégias como o congelamento de óvulos, embriões e tecido ovariano são essenciais. “Uma jovem, antes de ser submetida ao tratamento, pode ter fragmentos de ovário criopreservados em centros especializados. Isso é muito utilizado hoje. E, mais…



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