
Diante da sensibilidade dos dados de saúde, o modelo de interoperabilidade segue rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), com múltiplas camadas de segurança, anonimização, consentimento do paciente e rastreabilidade. “Dado de saúde não é substituível. Por isso, existe toda uma legislação, um cuidado e supervisão sobre isso. Os dados são sensíveis, mas o trabalho também é muito profundo em termos de segurança de dados”, reforça Luis Colombo, CEO da Interall.
Efeito de dados de agendamento e presença para a saúde
“Métricas como taxa de agendamento efetivo, respostas em tempo regulado pelo plano de saúde, presença confirmada, e nível de satisfação do paciente são extremamente estratégicas. Soluções de agendamento na saúde, por exemplo, ajudam diretamente as operadoras a atenderem às exigências da ANS quanto ao cumprimento de prazos de marcação e acompanhamento da jornada do beneficiário”, explica Roberto Dozol, CEO da empresa.
Ainda, métricas como taxa de agendamento efetivo, presença confirmada e nível de satisfação do paciente têm peso estratégico na gestão interna das instituições de saúde. Dozol destaca que os dados coletados a partir das interações automatizadas se mostram valiosos para ajustes de processos e tomada de decisão: informações de confirmações de consulta permitem otimizar agendas e reduzir ociosidade; registros de check-in ajudam a manter cadastros atualizados e agilizar o acolhimento; e as pesquisas de satisfação oferecem subsídios para melhorias contínuas e servem como indicadores internos de qualidade.
No entanto, Dozol ressalta que a fragmentação das informações entre diferentes sistemas e a baixa integração da operação de dados ainda representam obstáculos significativos na gestão da informação dentro dos estabelecimentos de saúde. Para contornar essas barreiras, soluções como a Nina Tecnologia, com integrações nativas aos principais ERPs e plataformas do setor ajudam a garantir que os dados circulem de forma estruturada e confiável, favorecendo uma gestão mais eficiente e baseada em evidências.
Governança de dados eleva qualidade na saúde
Com mais de 150 milhões de exames e consultas processados por ano, a Pixeon, uma das maiores health techs da América Latina, lida diariamente com informações altamente sensíveis — que vão de prontuários eletrônicos e diagnósticos laboratoriais a dados genéticos e financeiros. No ambiente hospitalar e laboratorial, o uso inadequado desses registros pode gerar riscos jurídicos, financeiros e, em casos extremos, ameaçar vidas. Por isso, a governança de dados deixou de ser apenas uma prática recomendada para se tornar requisito, envolvendo segurança da informação, padronização de nomenclaturas médicas e interoperabilidade entre sistemas. A Pixeon adota padrões como HL7, DICOM e LOINC para garantir que informações circulem de forma segura e estruturada, além de criptografia, autenticação forte e controle de acesso por perfil para preservar a integridade dos registros desde a origem.
Além da proteção, a centralização e unificação de dados clínicos em sistemas integrados permitem que hospitais e laboratórios não apenas cumpram legislações como LGPD, ANS e ANVISA, mas também transformem dados dispersos em informações acionáveis para gestão e assistência. “A Pixeon atua como um hub tecnológico de saúde, transformando dados clínicos e laboratoriais de formatos diversos em informações estruturadas, seguras e interoperáveis, o que facilita o uso assistencial, administrativo e científico, sempre com rastreabilidade e conformidade legal”, afirma Tiago Calado, Head de Produtos. Esse processo reduz erros, aumenta a eficiência operacional e contribui para a melhoria contínua da qualidade do cuidado.
A boa governança de dados permite monitorar indicadores, identificar problemas e otimizar recursos. No Hospital Ana Nery, em 2024, o sistema Pixeon Smart reduziu em 28% o tempo de internação de pacientes de alta complexidade, digitalizou 90% dos processos e aumentou em 18% o volume de cirurgias. Ao investir em novas tecnologias, sobretudo com IA, será possível identificar padrões em dados clínicos e laboratoriais, antecipar complicações, otimizar fluxos e oferecer recomendações baseadas em evidências. “Nossos resultados foram obtidos ao longo de 15 anos de parceria e uso do sistema, ou seja, um planejamento a longo prazo. Esses recursos contribuem para maior segurança do paciente, eficiência operacional e qualidade do cuidado”, destaca Tiago.
*Informações Assessoria de Imprensa
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