Gestão de suprimentos eficiente pode ser grande aliada para Santas Casas e hospitais filantrópicos

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(Foto: rawpixel.com/Freepik)

Precursoras da assistência sistemática de saúde no Brasil, as Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos são responsáveis por 50% e 70%, respectivamente, dos procedimentos de média e alta complexidade oferecidos pelo SUS no País, de acordo com a CMB.

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Atualmente o setor passa por grandes desafios na parte econômica e busca por modelos mais sustentáveis. A tecnologia pode ser grande protagonista nessa virada de chave.

“Hoje, quanto menos retrabalhos e compras emergenciais desnecessárias, melhor para o hospital. Por este motivo, o quanto de economia for gerado no setor do estoque e nas compras, mais verba pode ser destinada para o investimento em leitos e outras áreas do hospital”, afirma Sueli Suniga, CEO da Apoio Cotações.

A transformação digital e a otimização da gestão de estoque através da cloud, inclusive, serão alguns dos temas abordados pela companhia na 15ª edição do Seminário Femipa, que aconteceu entre os dias 28 e 30 de março, em Curitiba/PR. A empresa, responsável por otimizar a gestão de estoques hospitalares, marcou presença nos três dias de evento, em parceria com a MV, multinacional focada na transformação digital do setor da saúde no Brasil.

“O Seminário Femipa é um evento consolidado no calendário da saúde não somente no Paraná, mas também no Brasil inteiro. E é um grande momento para buscarmos o melhor diálogo com instituições essenciais para a saúde pública brasileira, beneficiando milhões de pessoas”, explica Sueli.

Atualmente, os hospitais filiados à Femipa (Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná) são responsáveis por mais de 50% dos atendimentos ao Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado e chegam a atender 70% da demanda no Estado em procedimentos de alta complexidade.

Por isso, uma gestão de estoque eficiente e pautada pela tecnologia contribui para que não faltem remédios para tantos pacientes e gera economia para as instituições, que não precisam fazer compras emergenciais.

*Informações Assessoria de Imprensa

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