Desenvolvido por 30 especialistas e revisado por mais de 200 profissionais do mundo todo, com participação de pacientes.
Destaque: a classificação molecular agora é a base para definir risco e guiar o tratamento.
Combinados ao estadiamento FIGO 2023, eles refinam os grupos de risco: baixo, intermediário, intermediário-alto, alto e incerto.
Tratamento:
A diretriz reforça que cuidado multidisciplinar e patologistas experientes são essenciais e que o desafio é garantir acesso universal aos testes moleculares.
Gabriel Morilhas Corrêa da Costa
Rádio-oncologista
Hospital do Câncer de Dourados
Rede Amo – Oncologia CASSEMS