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A iniciativa foi realizada diante da preocupação crescente com os impactos da flexibilização das regras para dispositivos eletrônicos para fumar na Argentina e seus possíveis reflexos para o Brasil e demais países da América Latina.
Ao abrir os trabalhos, o presidente da SBPT, Dr. Ricardo de Amorim Corrêa, destacou a importância da mobilização da comunidade científica e da articulação entre diferentes setores da sociedade para enfrentar o avanço dos dispositivos eletrônicos para fumar.
O workshop reuniu representantes de instituições estratégicas para o controle do tabagismo no Brasil, entre elas o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Conicq), o Conselho Federal de Medicina (CFM), sociedades médicas, pesquisadores, representantes do parlamento, associações de pacientes e organizações da sociedade civil.
A programação contou ainda com a participação do presidente da Associação Argentina de Medicina Respiratória, Dr. Carlos Brescacin, que compartilhou os desafios enfrentados pela comunidade científica argentina após a flexibilização das regras para dispositivos eletrônicos para fumar. A experiência reforçou o entendimento de que o avanço desses produtos exige respostas coordenadas entre os países da América Latina.
“A união entre as sociedades científicas para colaborar com todos os demais atores da sociedade civil e, sobretudo, com os governos dos nossos países representa um…