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div id=”brxe-oyrhxl”>Encontro promovido pela SBOT e pela FIESP reuniu autoridades e especialistas para discutir os desafios do trabalho e transporte em veículos de duas rodas e construir soluções para um ambiente de trânsito mais seguro
A 1ª Cúpula Nacional do Movimento Brasil sobre Rodas foi realizada nesta quinta-feira (10), na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), reunindo autoridades, especialistas e representantes de diferentes setores para discutir um dos principais desafios da mobilidade urbana brasileira: o trabalho e o transporte em veículos de duas rodas.
Promovido pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e pela FIESP, o encontro teve como foco ampliar a compreensão sobre o fenômeno das duas rodas no Brasil e construir propostas práticas para a prevenção de sinistros, a redução de traumas e a promoção de uma mobilidade mais segura e saudável.
Um dos principais destaques da programação foi a apresentação de uma pesquisa inédita realizada pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG), FIESP e SBOT, que ouviu 23.240 usuários do trânsito nos 27 estados brasileiros.
O estudo avaliou a cultura de segurança viária a partir de três dimensões: Indivíduo, Grupo e Sistema, buscando identificar os fatores que influenciam os riscos e os impactos dos sinistros envolvendo motocicletas.
O Índice Geral de Cultura Viária alcançou 65,1 pontos, em uma escala de zero a 100, sendo classificado como moderado. Os resultados, porém, revelam diferenças importantes entre as dimensões analisadas.
No pilar Indivíduo, o índice chegou a 91,2 pontos, considerado alto. A consciência sobre os riscos alcançou 95,9 pontos, enquanto a percepção de capacidade para adotar comportamentos seguros ficou em 86,4 pontos.
“Os resultados indicam que os profissionais de motocicletas, de maneira geral, reconhecem os riscos a que estão expostos e acreditam ser capazes de agir com segurança”, explica o presidente da SBOT, Miguel Akkari.
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