Projeção aponta aumento de 30% no número de operadoras com nota máxima no IDSS

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(Foto: jannoon028/Magnific)

Uma projeção realizada pela Blendus indica que a quantidade de operadoras com nota máxima no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar pode crescer 30% no próximo ciclo de avaliação. A simulação considera o IDSS referente ao ano-base 2025, cuja nota será divulgada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar no final de 2026.

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Entre as operadoras com tendência de melhora, o crescimento médio projetado da nota é de 7,6%. Em casos específicos de evolução mais expressiva na qualidade dos dados, a alta estimada pode superar 30%. O levantamento também aponta que mais da metade das operadoras deve manter ou elevar sua pontuação.

A projeção foi elaborada por especialistas da Blendus a partir do cruzamento dos dados de seus clientes com as notas oficiais do mercado no ano-base 2024. A análise mapeou o comportamento das notas do setor e indica um cenário de amadurecimento e consolidação do desempenho.

Para Flávio Exterkoetter, fundador e CEO da Blendus, a projeção reflete um entendimento mais maduro das operadoras sobre as exigências regulatórias. “O setor demonstra um entendimento mais maduro sobre a necessidade de qualificar a comunicação com a ANS. Não basta produzir os dados: é preciso organizá-los, validá-los e transmiti-los de acordo com as linguagens e os padrões exigidos pela agência. Esse amadurecimento ajuda a explicar a evolução projetada das notas”, afirma.

A nota média da categoria já havia crescido 1,60% entre os anos-base 2023 e 2024. Para 2025, a projeção aponta alta de 1,01%, sinalizando manutenção do patamar de desempenho do setor e maior competitividade entre as operadoras que buscam alcançar a nota máxima.

No último resultado divulgado pela ANS, referente ao ano-base 2024, apenas 25% das operadoras avaliadas alcançaram a faixa de excelência do IDSS. Das 802 empresas com resultado publicado, 206 obtiveram notas entre 0,8 e 1,0, intervalo que corresponde à melhor faixa de avaliação da agência. O grupo foi ainda mais restrito entre as operadoras com nota máxima: somente 20 chegaram a 1,0.

“Embora o setor venha registrando evolução, ainda há espaço relevante para avançar em aspectos como qualidade assistencial, garantia de acesso, sustentabilidade financeira, gestão regulatória e consistência dos dados enviados à ANS”, conclui Flávio Exterkoetter, fundador e CEO da Blendus.

*Informações Assessoria de Imprensa