Paraná fechou 2025 com mais quase 93 mil casos confirmados de dengue

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(Foto: jcomp/Freepik)

Com altas de calor e pancadas de chuva sendo predominantes nessa época do ano, a proliferação do mosquito Aedes aegypti, causador de doenças como Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela, acaba sendo mais suscetível. 

Leia também – Chuvas e altas temperaturas reforçam a necessidade de atenção ao diagnóstico da dengueAMP

No Brasil, de acordo com dados disponíveis no Portal Gov, do Ministério da Saúde, em 2025, o país teve 1.441.586 casos confirmados de Dengue, com 1,780 óbitos devido a doença. Foram registrados ainda: 1.829 casos de Zika, com 1 morte; 106.524 casos de Chikungunya, com 120 mortes; e 149 casos de Febre Amarela, com 47 óbitos.

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Em se tratando do Estado do Paraná, ano passado, de acordo com o Ministério da Saúde, foram 92.537 casos confirmados de Dengue, com 146 óbitos; 0 casos de Zika, 6.083 casos de Chikungunya, com 8 mortes pela doença no Estado. Não foram registrados casos de Febre Amarela no PR. Na capital Curitiba, em 2025 foram 1.593 casos e 0 óbitos pela Dengue.

Segundo a docente do curso de Enfermagem da Universidade Unopar, Carla Faustino, acerca dos cuidados com a saúde dos infectados, é preciso atentar-se, primeiramente, com as reações da doença, que podem ser confundidas com outras, haja vista que a febre é um dos sintomas.
“A dengue pode causar sintomas como febre alta, dores musculares, dores de cabeça, erupções cutâneas e fadiga. É essencial educar as pessoas sobre o tema, de forma que se sintam incentivadas a procurar assistência médica imediata a partir do momento em que apresentarem os sintomas, adotando medidas preventivas, garantindo o diagnóstico e tratamento da doença adequado, pois esses mesmos sintomas se assemelham com outros problemas”, alerta.
De acordo com Carla, os principais sintomas da dengue podem variar de leves a graves, e incluem:

  • Febre alta
  • Dor de cabeça intensa
  • Dor atrás dos olhos
  • Dores musculares e nas articulações
  • Manchas vermelhas na pele (exantema)
  • Náuseas e vômitos
  • Fadiga e cansaço excessivo
  • Sangramentos (em casos graves)

A especialista ainda reforça, que é essencial educar as pessoas sobre o tema, a fim de que elas se sintam incentivadas a procurar assistência médica imediata a partir do momento em que apresentarem os sintomas, adotando medidas preventivas, garantindo o diagnóstico e tratamento da doença adequado. “Os cuidados devem ser permanentes, pois nos primeiros dias deste ano de 2026, o Brasil já tem 1.220 casos confirmados”, alerta Carla.

Por fim, a especialista dá algumas dicas para evitar a proliferação do mosquito e evitar a doença. Confira:

  • Elimine água parada: Verificar se não há nenhum objeto que possa acumular água, como pneus, vasos de plantas, caixas d’água, cisternas, poças de água de chuva, canaletas, latas, bandejas de ar-condicionado, garrafas, baldes, entre outros, além de manter as calhas limpas e sem obstruções e verificando se não há vazamentos de água;
  • Instale telas de proteção: Instale telas nas janelas e portas para impedir a entrada do mosquito da dengue em sua casa;
  • Uso de repelente: Aplicar e reaplicar repelente, conforme orientações do produto;
  • Mantenha a piscina limpa: A piscina é um local comum para o acúmulo de água parada. Certifique-se de manter a água limpa e tratada com produtos químicos adequados;
  • Cooperar com as campanhas de prevenção: Participar de campanhas de prevenção promovidas pelo governo e por organizações locais é uma forma de ajudar a prevenir a proliferação do mosquito da dengue em sua comunidade;

*Informações Assessoria de Imprensa

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Cunho
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