Durante muito tempo a área da Saúde sempre trouxe rápidas modificações e ampliações no segmento de gestão. Ainda mais aliada à situação pandêmica em que vivemos, a necessidade de novas alianças e parcerias faz com que os líderes apresentem uma maior agilidade e adaptação em todos esses processos. Com isso, os hospitais e os sistemas de Saúde tornam-se redes mais sustentáveis possíveis.
Os líderes precisam aprender a se afastar do “especialista individual”, um modelo muito comum nos sistemas de Saúde atuais, para passarem a exercer a liderança por meio de um modelo utilizando as equipes, as funções e as profissões. Ou seja, utilizar grupos colaborativos que serão capazes de integrar o conhecimento em todo o sistema, bem como antecipar e resolver desafios. Para isso acontecer, como descreve o CCL (Center for Creative Leadership), são necessárias seis capacidades organizacionais:
O modelo de liderança colaborativa baseada nessas capacidades faz com que a organização possa atingir as suas metas organizacionais e adaptar-se às incertezas do mercado. É uma alavanca extremamente poderosa para a transformação e sustentabilidade de uma organização em Saúde. Ao fortalecermos os líderes coletivamente a resolução dos problemas mais intratáveis e resistentes ganham nova direções para a solução.
A liderança colaborativa possui o poder de transformar as organizações de Saúde, melhorando o sistema de hoje para o futuro e trazendo muitos benefícios aos colaboradores e usuários do serviço. Contudo, claro, essa é uma nova cultura que precisa ser instaurada para uma real mudança estratégica.
(Foto: Divulgação)
* Cristiano Caveião é doutor em Enfermagem e coordenador da área da Saúde do Centro Universitário Internacional UNINTER
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