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Eu devo continuar usando a máscara após a vacina?

Pesquisa mostra 83% dos entrevistados ouvidos no Brasil dizem que pretendem continuar utilizando; máscara é recomendada por especialistas

por Saúde Debate, com informações da assessoria

16/07/2021
Sobre: Continuar usando a máscara é recomendado por especialistas
Créditos: Pixabay

Com o avanço da vacinação contra Covid-19 e a melhora de alguns índices da pandemia, também surgem discussões sobre o uso da máscara. Uma pesquisa com entrevistados de nove países, incluindo o Brasil, mostrou que 83% dos entrevistados brasileiros dizem que continuarão usando máscaras em público mesmo depois de vacinados. Você pensa se deve continuar usando a máscara?


A pesquisa foi realizada pela Ipsos para o Fórum Econômico Mundial e divulgada no mês de julho. O número de brasileiros que pretende continuar usando a máscara é o segundo maior índice entre as 9 nações avaliadas, atrás apenas do México (85%).


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Além disso, 84% dos respondentes no país disseram que, depois de serem imunizados, vão continuar fazendo distanciamento social em locais públicos. Mais uma vez, é o segundo maior percentual, atrás do México (86%).


Conforme a pesquisa, alguns hábitos comportamentais do período pré-pandêmico devem voltar a ser integrados na rotina do brasileiro vacinado. Metade ou mais de metade dos entrevistados locais afirmam que, após a imunização, vão se sentir confortáveis em comer em restaurantes (67%), usar transporte público (59%), fazer voos domésticos (55%) e viajar para países onde a vacina está disponível (50%). No entanto, menos da metade diz se sentir confortável em ir a shows ou eventos esportivos (44%) e viajar para países onde a vacina ainda não está disponível (27%).


A pesquisa on-line foi realizada com 12.497 entrevistados com idade entre 16 e 74 anos de 8 países, sendo 1001 brasileiros. Os dados foram colhidos entre os dias 3 e 6 de junho de 2021 e a margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.


Lembre-se que a máscara é recomendada por especialistas, mesmo após a imunização, pois as vacinas contra Covid-19 não têm 100%. Além disso, demandam um tempo necessário para a criação de anticorpos. Paralelamente, casos leves também podem transmitir o coronavírus.


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