Você sabia que nem todo colesterol alto faz mal à saúde? Isso, pois, ele está dividido em dois tipos: o HDL – chamado de “bom” – e o LDL, responsável pelo agravamento de questões de saúde. Entretanto, na maioria das vezes, o colesterol alto não apresenta sintomas e pode evoluir sem sinais claros.
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O colesterol “ruim”, quando está em nível elevado no organismo, é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares no mundo. Apesar de ser silencioso, ainda assim, o corpo pode dar alguns alertas, especialmente quando o quadro já está mais avançado.
O colesterol é uma substância gordurosa essencial para o organismo, presente na formação de células e hormônios. Ele circula no sangue ligado a proteínas e se divide, principalmente, em dois tipos:
Quando o LDL está elevado, aumenta o risco de obstrução dos vasos sanguíneos, podendo levar a complicações graves.
Na prática, o colesterol alto é considerado uma doença silenciosa. Isso significa que ele raramente causa sintomas diretos. No entanto, alguns sinais podem surgir como consequência do acúmulo de gordura nas artérias:
Pode indicar dificuldade na passagem do sangue para o coração.
Surge quando o sistema cardiovascular está sobrecarregado.
Principalmente ao realizar atividades simples.
Sensação de batimentos cardíacos irregulares.
É importante destacar que esses sintomas não são exclusivos do colesterol alto, e costumam aparecer quando já existem complicações cardiovasculares.
Diferente de outras condições, o colesterol não causa dor ou desconforto direto. Ele age de forma lenta, acumulando placas de gordura nas artérias ao longo dos anos, em um processo conhecido como aterosclerose.
Por isso, muitas pessoas só descobrem o problema após exames de rotina ou eventos mais graves, como infarto ou AVC.
Diversos fatores podem contribuir para o aumento do colesterol. Entre os principais:
A única forma de confirmar é por meio de um exame de sangue (lipidograma), que avalia o colesterol total, LDL, HDL e triglicerídeos. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, quem não tem fatores de risco deve fazer exames preventivos a cada cinco anos, a partir dos 20 anos.
Em alguns casos, pode ser necessário o uso de medicamentos. Contudo, mais do que observar sinais, o essencial é investir em prevenção e manter os exames em dia!
*Com informações do portal Viver Bem