Cibersegurança na saúde: confira cinco dicas para proteger os dados de instituições e pacientes

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2026-02-24 | 15:31h
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(Foto: DC Studio/Freepik)

A proteção de dados na área da saúde é uma prioridade cada vez mais urgente. As informações armazenadas em sistemas de bancos de dados, como históricos médicos, diagnósticos, dados financeiros e operacionais, são altamente sensíveis e, por isso, visadas por cibercriminosos. Em um cenário de constante digitalização e troca de informações entre instituições, blindar esses dados se tornou um desafio diário para hospitais, clínicas e laboratórios.

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“Para os hackers, esses sistemas funcionam como verdadeiros cofres digitais, cheios de informações valiosas. Uma única falha pode causar prejuízos financeiros, comprometer a confiança de pacientes e facilitar golpes como vazamento de dados, sequestro digital (ransomware) e ataques de phishing”, explica José Wildner, Gerente de Infraestrutura e Segurança na SIS Innov & Tech, empresa especializada em soluções de inovação e transformação digital.

O especialista destaca cinco estratégias essenciais que as instituições de saúde devem adotar para garantir a segurança de seus dados:

  1.  Criptografia de dados

É fundamental proteger as informações tanto em repouso quanto em trânsito. O uso de algoritmos robustos de criptografia assegura que dados sensíveis estejam protegidos contra acessos não autorizados, preservando a privacidade dos pacientes e da instituição.

  1.  Controle de acesso e autenticação

Aplicar o princípio do menor privilégio: apenas usuários devidamente autorizados devem ter acesso a dados críticos. Soluções de autenticação multifator (MFA) também ajudam a reforçar essa camada de proteção.

  1.  Monitoramento e auditoria contínuos

Ferramentas de detecção e prevenção de intrusões (IDS/IPS) permitem identificar e responder a ameaças em tempo real, reduzindo o risco de danos antes que eles ocorram.

  1.  Atualizações e correções de segurança (patches)

Manter todos os sistemas atualizados é essencial para fechar brechas exploradas por cibercriminosos. Testes periódicos de penetração também ajudam a identificar vulnerabilidades antes que elas sejam exploradas.

  1.  Backup seguro e plano de recuperação

A realização de backups criptografados e armazenados de forma segura permite que a instituição restaure rapidamente seus dados em caso de ataque, minimizando interrupções nos serviços.

Segundo Wildner, o futuro da cibersegurança na saúde caminha lado a lado com a digitalização acelerada e a adoção de tecnologias emergentes. “Para garantir a resiliência do setor, será indispensável investir não apenas em infraestrutura, mas também na capacitação contínua das equipes. À medida que os sistemas se tornam mais interconectados, a proteção dos dados será um dos pilares da confiança entre pacientes, profissionais e instituições”, finaliza o especialista da SIS Innov & Tech.

*Informações Assessoria de Imprensa

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