
Durante o mês de julho, a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) reforça a importância da informação, prevenção e diagnóstico precoce do câncer de cabeça e pescoço, o 5º tipo mais comum entre os homens no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). Estima-se que mais de 41 mil novos casos sejam registrados anualmente no País.
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Apesar da gravidade, muitos casos poderiam ser evitados ou tratados com maior eficácia se identificados precocemente. Infelizmente, mais de 60% dos diagnósticos ainda ocorrem em estágios avançados, o que afeta diretamente o sucesso do tratamento, a preservação de funções essenciais como fala e deglutição, e a qualidade de vida dos pacientes.
Entre os fatores de risco mais comuns para o câncer de cabeça e pescoço estão o tabagismo, o consumo excessivo de álcool, a infecção pelo vírus HPV e a exposição solar sem proteção, especialmente nos casos de câncer de lábio. O conhecimento sobre esses fatores e a atenção a sintomas persistentes (como lesões na boca, rouquidão, dor de garganta e nódulos no pescoço) são fundamentais para reduzir a incidência e a mortalidade.
Diagnóstico preciso
O patologista tem papel central neste cenário. É o médico responsável por analisar a biópsia e fornecer o diagnóstico definitivo, além de informações detalhadas sobre o tipo e o comportamento do tumor – elementos essenciais para profissionais da Oncologia Clínica e de outras especialidades médicas definirem a melhor conduta terapêutica de forma individualizada.
*Informações Assessoria de Imprensa







