87% dos pacientes de consultas digitais têm alta médica dispensando o atendimento presencial, indica levantamento

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2025-09-06 | 15:00h
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2026-02-26 | 13:55h
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(Foto: Freepik)

Um levantamento da Conexa, maior ecossistema digital de saúde física e mental do Brasil, revela que 87% dos pacientes que passam por consultas digitais recebem alta médica sem precisar do atendimento presencial. O dado se baseia  na análise de mais de 3,7 milhões de assistências prestadas no pronto atendimento digital de sua plataforma nos últimos três anos.

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Alinhado ao número expressivo de altas virtuais, somente 8% dos atendimentos online demandaram o encaminhamento ao Pronto Socorro físico, enquanto os outros 5% receberam alta após encaminhamento ambulatorial.

A análise observou ainda que a alta resolutividade inerente à assistência digitalizada é acompanhada de uma ampla economia ao sistema de saúde. Ao contribuir com eficiência, reduzir o uso de estruturas físicas e otimizar custos com atendimentos, o serviço virtual possui um custo médio seis vezes menor em comparação ao presencial. Considerando os redirecionamentos adequados e a pouca necessidade de exames de alta complexidade, o uso da telemedicina pela Conexa, por exemplo, gerou uma economia de mais de R$ 9,4 milhões à saúde do brasileiro somente nos últimos três anos.

“A capacidade de resolver a maioria dos casos em ambiente digital sem comprometer a qualidade da assistência mostra como a tecnologia se consolidou uma aliada essencial do sistema de saúde. É um caminho sem volta, com impacto direto na sustentabilidade do setor”, avalia o CEO da Conexa, Guilherme Weigert.O levantamento também revelou que dentre as 78 especialidades avaliadas, Clínica Geral lidera a procura entre os pacientes com quase 600 mil atendimentos, seguida por Ginecologia (422 mil), Psiquiatria (405 mil) e Endocrinologia e Metabologia (369 mil). Dermatologia (325 mil), Pediatria (216 mil), Cardiologia (214 mil), Ortopedia (160 mil), Gastroenterologia (149 mil) e Clínica Médica (133 mil) também figuram entre as mais procuradas.

“Os dados evidenciam como a saúde digital consegue atender com agilidade e profundidade uma gama significativa dentre as áreas críticas da medicina. A presença expressiva de especialidades indica como o cuidado remoto se torna um braço fundamental para a democratização e o barateamento de custos do setor médico no país”, avalia Weigert.

Quem usa a saúde digital

Avaliando as características dos mais de 4,2 milhões de usuários, a faixa etária majoritária está na casa dos 21 aos 40 anos, com 52,5% do público. Já em relação ao gênero, as mulheres são maioria representando 58,6% do total de usuários, enquanto 41,3% se identificam como do sexo masculino.

Tendo prestado assistência em todas as 27 unidades federativas do país, a Conexa identificou São Paulo (30,3%), Rio de Janeiro (16,8%), Rio Grande do Sul (8,1%) e Minas Gerais (7,3%) como os estados com maior procura pelos atendimentos digitalizados. Completam a lista o Paraná ( 2,9%), Santa Catarina (2,6%), Bahia (2,4%), Distrito Federal (2%), Espírito Santo (1,5%) e Rio Grande do Norte (1,3%).

“Todos esses números confirmam que a saúde digital tem capilaridade, é democrática e atende bem as demandas de um público cada vez mais conectado, que busca soluções rápidas, acessíveis e resolutivas para cuidar da saúde”, conclui o executivo.

*Informações Assessoria de Imprensa

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