‘Quando tudo era mato’. A expressão popular define o momento em que o Zenklub, maior especialista em saúde mental e cuidado emocional corporativo do país, começou a olhar para o tema, há seis anos. A aposta de Rui Brandão e José Simões estava certa: cuidar da saúde mental é fundamental. A pandemia fez com que todos olhassem para a questão com mais atenção e a startup viu a demanda por suas soluções explodir. Hoje, são mais de 300 mil vidas cobertas, 1,3 milhão de consultas realizadas e empresas em seu portfólio como XP, Safra, Ambev, Raia Drogasil e Renault.
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O Zenklub nasceu em fevereiro de 2016 após a mãe de Rui Brandão, CEO da startup, sofrer um Burnout. O médico percebeu que poderia ajudar pessoas em uma escala maior, além de mostrar a necessidade de tratar e prevenir problemas emocionais assim como é feito com as demais doenças. O negócio, que começou com 300 vidas cobertas e sem clientes corporativos, que na época não olhavam com atenção para o tema, chegou a 300 mil vidas coberturas e mais de 350 empresas.
O número de profissionais da plataforma, incluindo psicólogos, psicanalistas e terapeutas da plataforma também cresceu, passando de 30 em 2016 para 750 neste ano. Já o quadro de colaboradores foi de dois para 140 pessoas. Do ponto de vista do negócio, o Zenklub viu seu faturamento aumentar em mais de 450x e atraiu investidores. Em 2019, a startup captou duas rodadas com a Indico Capital Partners: uma pré-seed de R$ 2 milhões em 2020 e uma seed de R$ 16,5 milhões em 2020. Em 2021, o valor investido foi de R$ 45 milhões em uma Séria A liderada pela GK Ventures, SK Tarpon, além da própria Indico.
Um salto na pandemia
O volume de consultas online realizadas pelo Zenklub de 2019 para 2021 teve um crescimento de 1059%, chegando a 603 mil consultas no último ano. Já o número de vidas cobertas teve um aumento de 1664% se comparado 2019 com 2021 – chegando a 300 mil vidas. Já quando comparamos 2020 com 2021, cada cliente fez 31% a mais de consultas e o faturamento total da startup também teve um crescimento de 154%, já a linha de faturamento de inteligência de saúde emocional aumentou em 272%.
Segundo Rui, a pandemia foi um divisor de águas. “Ao mesmo tempo em que o trabalho entrou na casa de muitos, literalmente, as emoções ficaram mais evidentes, as pessoas passaram a externalizar as dificuldades emocionais, assim como um número maior de empresas se abriu para dar suporte emocional para seus colaboradores”, explica o CEO.
Mais do que uma plataforma de saúde mental, hoje o Zenklub trabalha com uma metodologia que utiliza tecnologia, dados, ciência, além de conteúdos educacionais em texto, áudio e vídeo para criar estratégias de saúde mental. Para isso, lançou duas soluções inéditas no mercado que mensuram a saúde mental dos colaboradores e o bem-estar das empresas: o Índice de Bem-Estar Corporativo (IBC) e o Índice de Maturidade de Bem-Estar Corporativo (IMBC), além de treinar lideranças e times.
“Enquanto a síndrome de Burnout foi incluída na lista de doenças da OMS, que passou a valer em janeiro deste ano, faltam ferramentas para mapear a saúde mental dos colaboradores. Além disso, muitas empresas estão aprendendo a lidar com o tema, que é pouco tangível. O IBC e o IMBC vem justamente como uma ferramenta para oferecer esse panorama com base em dados, fazendo com que seja possível olhar não só para o tratamento, como para a prevenção quando falamos em saúde e bem-estar”, explica Rui Brandão, CEO do Zenklub.
*Informações Assessoria de Imprensa