Hospital reduz faltas por covid com raio-x que diminuiu exposição ao vírus

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2026-02-15 | 17:06h
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(Foto: Ilustração/Freepik)

O Hospital Nipo-Brasileiro, de Guarulhos (SP), conseguiu diminuir o índice de afastamento de seus profissionais por covid-19 com a adoção de equipamento de raio-x móvel. A utilização de um modelo prático e compacto da Fujifilm permitiu a realização de exames mais rápidos no leito e no quarto dos pacientes, diminuindo a permanência das equipes nas alas reservadas para casos de covid-19, além dos índices de contágio e de afastamento pela doença em relação a outros times do hospital.

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“Estávamos no auge da pandemia, em 2020. O FDR Nano permitiu que diminuíssemos em quase 80% o tempo que nossos técnicos ficavam nos quartos e leitos de UTI”, conta o supervisor técnico em radiologia do Nipo-Brasileiro, Marcelo Inacio dos Santos. “Todos os setores sofreram com afastamentos. O nosso foi o que menos teve, comprovado, inclusive, pelo SESMT [portal da Previdência]. Não ficamos isentos, porém [a contaminação e os afastamentos] foram mínimos,” afirmou em depoimento ao blog da empresa.

Nos casos de covid de média e alta complexidade, o raio-x de tórax é usado para estimar o grau de comprometimento do sistema respiratório e acompanhar a evolução da doença. O exame geralmente envolve a manipulação de doentes acamados, além do deslocamento até a sala de radiologia, momentos críticos de exposição ao vírus.

Ao permitir exames no leito, com manipulação mínima do paciente, o FDR Nano favoreceu a menor exposição à doença e afastamentos, graças a inovações na tecnologia de aquisição e processamento de imagem, bem como no design do equipamento. O fato de o FDR Nano ser compacto, ter 90 kg e contar com rodízios para movimento em espaços reduzidos permitiu menor exposição das equipes ao coronavírus.

As baterias de lítio de alto desempenho e o fato de funcionar também conectado à tomada favoreceram a produtividade. A qualidade da imagem foi outro destaque. “Mesmo nos exames em pacientes obesos, quando existe uma maior dificuldade de brilho e contraste, conseguimos obter nitidez, como nos equipamentos fixos”, disse o supervisor.

Mariana Poli, gerente de produto de raio-x da Fujifilm, destaca ainda o papel do nanorevestimento antibacteriano Hydro AG do FDR Nano, que mata 99,99% das bactérias. Em conjunto com a superfície lisa do equipamento, sem cabos aparentes, a proteção facilitou a higienização e ajudou a evitar contaminação cruzada no hospital.

“Muitos parceiros avaliaram de forma positiva o FDR Nano na pandemia, devido à qualidade da imagem e ao fácil manuseio”, diz a especialista da Fujifilm, que se prepara para ampliar a oferta do equipamento no mercado brasileiro.

No primeiro semestre de 2021, a demanda por exames de raio-x cresceu 16% sobre o mesmo período do ano anterior, segundo a consultoria Ultra-X Diagnósticos. No pós-pandemia, Poli espera que a demanda por radiografias siga em alta, na esteira dos check-ups pós-covid e dos diagnósticos represados.

*Informações Assessoria de Imprensa

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