É possível tornar as tomadas de decisão mais estratégicas no dia a dia das instituições de saúde? Para Pixeon, empresa de sistemas de gestão para negócios na saúde, a resposta é sim – e pode ser exemplificada com a trajetória do Hospital Ana Nery, que há 15 anos utiliza soluções da Pixeon para avançar na transformação tecnológica e, desde então, já digitalizou 90% dos seus processos. “Um dos principais indicadores que usamos para medir o sucesso de nossas soluções são os resultados obtidos por nossos clientes. Nesse aspecto, acreditamos que a parceria com o Ana Nery exemplifica perfeitamente como a tecnologia pode transformar a operação de uma instituição de saúde”, pontua o CEO da Pixeon, Felipe Clemente.
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O Hospital Ana Nery, referência no estado da Bahia em procedimentos de alta complexidade, é uma unidade geral, de grande porte, com assistência terciária, que realiza atendimentos em regime de internação hospitalar, por demanda espontânea e referenciada para todo o Estado da Bahia, nas especialidades de Clínica Médica, Cirurgia Geral, Cardiologia Clínica e Cirúrgica (adulto e pediátrica), Cirurgia Vascular (adulto), Nefrologia, Transplante Renal e Cuidados Intensivos. Atualmente, a instituição conta com mais de 90 setores e atende uma média de 6500 pacientes por mês. Em 2008, o hospital passou a utilizar o sistema de gestão para hospitais Pixeon Smart, ferramenta que pode ser utilizada em setores como enfermagem, internação e gestão administrativa. Desde então, a instituição vem transformando suas operações com apoio das ferramentas digitais e, atualmente, possui 90% dos seus processos digitalizados.
De acordo com o Gerente de Tecnologia da Informação no Hospital Ana Nery, Jackson Rodrigues, a tecnologia sempre fez parte dos pilares da instituição. “A digitalização era uma tendência crescente já em 2008 e a tecnologia sempre foi um dos pilares da nossa atuação. Porém, por ser um hospital público e de alta complexidade, nós tivemos diversos desafios para implantar um sistema de gestão hospitalar. Na Pixeon encontramos uma parceria que possibilitou essa implantação”, contextualiza Rodrigues.
Ao longo dos anos, o sistema de gestão utilizado pelo Ana Nery passou a ser utilizado de forma contínua e avançada, sendo uma ferramenta estratégica para a organização aperfeiçoar o atendimento aos pacientes e os processos de outros setores, como o administrativo e o financeiro. Com isso, a Pixeon conseguiu causar grande impacto no processo de transformação digital do hospital. “Com especificações definidas para a interoperabilidade dos módulos das áreas administrativa e assistencial, conseguimos garantir um aumento de eficiência, segurança, redução de custos além de melhorias nas tomadas de decisões por parte dos gestores. Em meio aos hospitais da rede pública, nós conseguimos nos diferenciar”, complementa o gerente.
O CEO da Pixeon também celebra a parceria. “O processo de transformação digital não acontece de uma hora para a outra e o Hospital Ana Nery é a prova disso. Além da adoção das soluções, é preciso que haja uma mudança no ‘modo de fazer’ das atividades, que levem em consideração um ambiente mais digital. Graças a essa veia inovadora do hospital, conseguimos explorar ao máximo nossas soluções e ajudar a instituição de forma próxima e personalizada. Ter a oportunidade de promover esse nível de digitalização em uma instituição de tanta importância mostra a força que o nosso trabalho tem”, pontua Felipe Clemente.
Março de 2020 marca o início de um dos momentos mais desafiadores já enfrentados pelas instituições de saúde a nível mundial. Passados três anos do início da pandemia de Covid-19, o setor vivenciou rápidas transformações, inclusive na esfera digital, sendo um dos principais exemplos a telessaúde. Em dezembro de 2022, foi aprovado o texto base do projeto de lei que autoriza a sua prática no Brasil, após anos de discussão sobre o tema.
No caso do Hospital Ana Nery foi possível perceber os impactos da adoção de soluções tecnológicas há 15 anos. “A pandemia mostrou como estávamos maduros com os nossos processos. Mesmo com todas as restrições, conseguimos manter nossas metas de cirurgias e atendimentos, utilizando teleconsultas para os pacientes de maior complexidade e que não tinham como comparecer à unidade”, explica Jackson Rodrigues. “Nosso corpo de funcionários já tinha um amadurecimento na utilização das ferramentas remotas, facilitando o andamento dos serviços”, diz.
*Informações Assessoria de Imprensa
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