A inteligência artificial vem ganhando espaço como uma das principais alavancas de transformação do setor de saúde. Da automação de processos administrativos ao suporte à prática clínica, a tecnologia tem sido apontada como solução para reduzir custos, aumentar eficiência e melhorar a experiência de médicos e pacientes. Estimativas de mercado indicam crescimento acelerado do uso de IA na saúde ao longo da próxima década, impulsionado pela digitalização do setor.
É nesse cenário que a Mediccos se posiciona como a primeira empresa do país a lançar um agente de inteligência artificial 100% autônomo na execução, mas totalmente comandado pelo médico. Batizado de Oscar, o agente não toma decisões clínicas nem prescreve por conta própria. O médico informa exatamente o que deseja prescrever, e o sistema automatiza integralmente a montagem do prontuário e da prescrição digital em PDF, já com identidade visual personalizada a partir da logo previamente definida pelo próprio profissional.
Na prática, o Oscar executa sozinho todas as etapas operacionais — organização do prontuário, padronização do texto, estruturação do documento e geração do PDF — sempre a partir das instruções fornecidas pelo médico. Não há atuação automática ou independente do sistema sem comando humano, o que preserva a autonomia profissional e a responsabilidade clínica.
O funcionamento foi desenhado para se adaptar ao fluxo real do consultório. Pela versão web, o médico interage com o agente em linguagem natural, descrevendo a consulta ou a prescrição desejada. A plataforma também é integrada ao WhatsApp do médico, permitindo que as prescrições digitais sejam montadas diretamente pelo aplicativo, sem necessidade de alternar sistemas.
“Agora é possível fazer uma consulta com apenas um clique, somos os primeiros no mundo a trazer essa inovação para o mercado, criamos algo tão inovador quanto o Lovable para os profissionais da saúde, é questão de tempo para que a Mediccos se destaque entre os grandes players do mercado. A inteligência artificial não substitui o médico, ela é como os livros, não é porque surgiram os livros que acabaram os professores, existem coisas que para o médico são como um sexto sentido e isso a IA ainda não consegue fazer, outro ponto é a cultura, serão necessárias algumas décadas para que uma geração como a nossa se desacostume a conversar com um médico, e a IA geral ainda pode ser como a propaganda do Metaverso, algo tão mirabolante que nunca se concretizou. Finalizo dizendo que a partir de hoje, o melhor amigo do médico vai ser o Oscar e um bom microfone.” afirma João Ladeia, Founder e CEO da Mediccos.
*Informações Assessoria de Imprensa
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