Ecossistema une medicina preventiva e reabilitação para atletas

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(Foto: Divulgação)

A décima unidade Vita, do Grupo Fleury, dedicada aos atletas, sejam profissionais ou amadores, inova em performance esportiva, saúde e qualidade de vida do movimento em um ambiente disruptivo em frente ao Parque Ibirapuera. Com projeto arquitetônico desenvolvido pela AKMX Arquitetura e Engenharia, o conceito usa premissas da neuroarquitetura, base de estudos da neurociência que analisa os impactos do ambiente físico no comportamento humano.

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“No Vita Parque Ibirapuera, o exterior se comunica com os interiores. A vista, a entrada de luz natural e as escolhas de cores, formas e texturas trazem estímulos que promovem bem-estar aos usuários, tornando sua experiência mais agradável. Pensando assim, a arquitetura tende a colaborar na performance de tratamento dos esportistas. A unidade Vita se contrasta aos tradicionais centros médicos e de reabilitação esportiva, comunicando um novo estilo vida e promoção à saúde”, ressalta Denise Moraes, diretora de criação da AKMX.

O espaço sedia serviços de performance esportiva (análise biomecânica da corrida), reabilitação esportiva (fisioterapia e massagem), medicina e cardiologia do esporte, nutrição e ortopedia.

Para o engenheiro civil Marcio Silva, head de facilities e expansão da rede Vita, a integração dos espaços potencializou a sensação de amplitude e liberdade dos usuários. “A premissa era termos um ambiente disruptivo. Um conceito cujo espaço conseguisse demonstrar outras vertentes que não fossem apenas o da reabilitação. O nosso objetivo no Vita Parque Ibirapuera é ser um organismo plural, não só para a saúde, mas também para o bem-estar do indivíduo”, completa Silva.

Andreia Miana, fisioterapeuta e gestora da nova unidade Vita Parque Ibirapuera, reforça a ideia de um ambiente que vai além dos processos de reabilitação. A ampla gama de opções em tratamentos de saúde e preparação física para pacientes, atletas e esportistas deve estimular a medicina preventiva: “A busca não deve ser somente para tratar a dor depois de lesionado, mas sim um lugar onde as pessoas cuidem da saúde como um todo. Recuperação ativa, consultas nutricionais, avaliações de performance de corrida ou bicicleta contribuem para a diminuição do risco de lesões, por exemplo”.

Para Andreia, a comunicação entre profissionais dedicados aos tratamentos também foi potencializada por meio dos espaços: “Podemos discutir os casos dos pacientes com os especialistas de forma mais colaborativa. Esse diálogo imediato proporciona um maior enriquecimento técnico da equipe médica e potencializa os resultados da pessoa tratada”, reforça.

*Informações Assessoria de Imprensa