A cirurgia minimamente invasiva utiliza pequenas incisões e tecnologia avançada para realizar procedimentos com menor trauma ao organismo, recuperação mais rápida e menor tempo de internação.
Por muito tempo, a imagem de uma cirurgia estava associada a grandes incisões, longos períodos de recuperação e dias de internação hospitalar. Hoje, a cirurgia minimamente invasiva vem mudando esse cenário. Com o avanço da tecnologia médica e o desenvolvimento de novas técnicas, procedimentos que antes exigiam cortes extensos podem ser realizados por pequenas incisões, algumas com poucos milímetros.
Esse é o princípio da cirurgia minimamente invasiva, uma abordagem que tem transformado a forma como diferentes especialidades médicas realizam tratamentos cirúrgicos. Além de reduzir o trauma ao organismo, esse tipo de procedimento costuma proporcionar menos dor no pós-operatório, menor tempo de internação e uma recuperação mais rápida para o paciente.
Cada vez mais presentes na prática médica, essas técnicas representam uma mudança significativa no tratamento de doenças que vão do aparelho digestivo à urologia, passando pela ginecologia e cirurgia torácica.
A cirurgia minimamente invasiva é um conjunto de técnicas cirúrgicas realizadas por meio de pequenas incisões na pele, geralmente entre 5 e 10 milímetros. Por esses pequenos acessos, são inseridos instrumentos cirúrgicos e uma câmera de alta definição que permite ao cirurgião visualizar o interior do corpo em um monitor.
Diferentemente da cirurgia invasiva tradicional, em que é necessário abrir grandes áreas do corpo para acessar os órgãos, esse método reduz significativamente o impacto do procedimento no organismo. Segundo o cirurgião de fígado e pâncreas Eduardo Ramos, professor associado da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o crescimento dessa técnica está diretamente ligado à evolução da medicina e…