
O ano era 2024 quando dois líderes do Grupo Unimed Santa Catarina embarcaram para o Vale do Silício, nos Estados Unidos, com uma missão clara: compreender como a Inteligência Artificial (IA) estava sendo aplicada à saúde e de que forma essa transformação poderia se conectar com os princípios do cooperativismo. A viagem internacional, promovida pela Federação das Unimeds de Santa Catarina, não foi apenas inspiradora. Foi o ponto de partida para uma das jornadas mais ousadas e humanas do Sistema Unimed: traduzir o complexo mundo da IA para o cotidiano de médicos, pacientes e cooperativas.
De volta ao Brasil, Edson Cascaes Lisboa Junior, superintendente executivo do Grupo Unimed SC, e Gean Alex Pereira, head de inovação do Hub Exponencial, decidiram que não bastava compreender todo aquele contexto. Era preciso compartilhar, descomplicar e provocar reflexões reais. Assim, nasceu uma palestra – e dela, uma jornada que hoje soma mais de 700 médicos impactados, 20 Unimeds visitadas e média de avaliação de 9,5.
“Percebemos que existia um abismo entre o que se fala de IA e o que de fato é aplicável na saúde suplementar brasileira. Nossa proposta foi tornar a IA pratica, acessível e acolhedora para os médicos”, explica Edson Cascaes.

A cada parada nas cidades catarinenses – e mais tarde, em outros estados -, a dupla promoveu encontros que unem tecnologia, provocação, cooperação e futuro. Em suas apresentações, Edson Cascaes e Gean Pereira mostram como a IA pode apoiar os profissionais de saúde a tomarem decisões mais rápidas e assertivas, organizar sua rotina clinica e, acima de tudo, devolver tempo a etapa de cuidado. Como explica Edson, “a inteligência artificial não substitui o medico. Ela é uma ferramenta poderosa, que auxilia na tomada de decisão, melhora a precisão dos diagnósticos e libera tempo para…







