FEMIPA
Segundo o especialista, ao reunir mais de 100 hospitais, a Femipa já representa um grupo maior do que algumas das principais redes privadas do país. Com isso, poderia alcançar resultados ainda mais expressivos ao atuar de forma integrada.
“O que vemos hoje no mercado é que a escala faz diferença. A consolidação entre grandes players tem gerado ganhos importantes de eficiência e competitividade. Quando olhamos para os hospitais filantrópicos, existe um potencial enorme de organização conjunta que ainda pode ser melhor explorado”, destacou.
Entre os exemplos práticos, ele citou iniciativas como compras coletivas, compartilhamento de estruturas de tecnologia, como sistemas de armazenamento em nuvem, e até estratégias conjuntas de cibersegurança, medidas que podem reduzir custos e aumentar o poder de negociação das instituições.
Movimentações do mercado de saúde
A palestra também trouxe um panorama das principais movimentações do setor de saúde no Brasil e no mundo, com base em tendências globais observadas por executivos da área. Joaquim destacou que o mercado vive um momento de transformação, impulsionado por inovação, fusões e mudanças no comportamento dos players.
Nesse cenário, ele reforçou que a união entre hospitais filantrópicos pode ser um caminho estratégico para garantir sustentabilidade e protagonismo no futuro da saúde.