Hospital das Clínicas da FMUSP promove encontro para discutir padrão científico da medicina intensiva praticada no país

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2025-07-09 | 19:00h
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2025-07-11 | 16:01h
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(Foto: wavebreakmedia_micro/Freepik)

Nos dias 10 e 11 de julho, o Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, será palco do I Simpósio Internacional do Paciente Crítico, que vai promover o compartilhamento de conhecimentos científicos de ponta na área da medicina intensiva e fomentar o intercâmbio técnico-científico entre especialistas de renome nacional e internacional, estimulando a troca de experiências e o fortalecimento da atuação multidisciplinar no cuidado ao paciente crítico. 

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O evento conta com apoio do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), juntamente com o seu braço educacional e de gestão de conhecimento, o HCx FMUSP, e é coordenado pela Professora Titular do Departamento de Emergências Clínicas do HCFMUSP, Ludhmila Hajjar, ao lado do Professor de Medicina Intensiva na Université Libre de Bruxelles, Daniel de Backer.

Este será o primeiro evento internacional desse porte no Brasil sobre o tema e irá contribuir para a capacitação de profissionais de saúde em regiões com menor acesso à atualização científica de alto nível, além de facilitar a incorporação de diretrizes clínicas atualizadas e boas práticas validadas internacionalmente, elevar o padrão científico da medicina intensiva praticada no país, promovendo o intercâmbio com centros de excelência mundial e ampliar o debate sobre os desafios específicos do cenário nacional em busca de soluções colaborativas que melhorem o sistema de saúde.

Segundo Ludhmila Hajjar, a escolha do paciente crítico como foco central justifica-se pela elevada complexidade e vulnerabilidade clínica desse grupo de pacientes, que frequentemente se encontra em situação de risco iminente de vida. “O manejo dessa população exige conhecimento altamente especializado, intervenções ágeis e protocolos assistenciais continuamente atualizados, com o objetivo de reduzir taxas de mortalidade, minimizar complicações e promover a reabilitação e qualidade de vida após a alta da UTI”, acrescenta.

Para a especialista, o encontro contribui para o fortalecimento de redes colaborativas elevando o padrão da medicina intensiva no Brasil. “A segurança do paciente deve ser o eixo central de todas as decisões clínicas e, eventos como este, representam uma oportunidade ímpar de aprendizado, integração e transformação da prática assistencial”, afirma.

Programação

A programação inclui workshops, mesas interativas, discussão de casos clínicos e apresentação de protocolos atualizados. Embora o enfoque principal recaia sobre o paciente crítico, o Simpósio contemplará uma gama diversificada de temas relevantes e atuais na medicina intensiva, como: monitorização hemodinâmica avançada; estratégias de reposição volêmica; choque séptico e manejo atualizado; choque cardiogênico e suporte circulatório; ECMO (Oxigenação por Membrana Extracorpórea); síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA); atendimento ao paciente politraumatizado; choque hemorrágico e controle de danos; neurointensivismo e suporte em lesões neurológicas graves e sedação inalatória em ambientes de terapia intensiva.

*Informações Assessoria de Imprensa

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