
Embora ambas tenham o mesmo objetivo, substituir parte da função dos rins quando eles deixam de funcionar adequadamente, elas são realizadas de formas diferentes e podem se adequar a diferentes perfis de pacientes.
A escolha da modalidade leva em consideração diversos fatores, como a condição clínica, o estilo de vida, a rotina e as preferências de cada pessoa. Por isso, essa decisão deve ser tomada em conjunto com a equipe de saúde.
Neste post, o Departamento de Diálise da Sociedade Brasileira de Nefrologia explica as principais diferenças entre as duas modalidades de tratamento.
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