Associativismo e Ética Médica são discutidos no segundo dia de Congresso da AMB


O segundo dia do 3º Congresso de Medicina Geral, promovido pela Associação Médica Brasileira (AMB), no Distrito Anhembi, em São Paulo, realizado na sexta-feira, 25 de julho, foi marcado por uma programação intensa de palestras e debates voltados à capacitação e atualização de médicos generalistas.

Um dos momentos marcantes foi a mesa-redonda dedicada ao tema “Associativismo e Ética Médica”, coordenada pelo vice-presidente da região Centro-Oeste da AMB, Etelvino de Souza Trindade, e pelo secretário-geral da AMB e diretor de Patrimônio e Finanças da Associação Paulista de Medicina (APM), Florisval Meinão.

Meinão agradeceu a oportunidade e ressaltou a importância de fortalecer as associações médicas como pilares fundamentais para a qualidade da formação e da prática profissional no País.

Etelvino de Souza Trindade também expressou seu agradecimento aos presentes. “Me sinto honrado em coordenar uma mesa com pessoas tão renomadas e importantes.”

Participaram da mesa-redonda o presidente da APM, Antonio José Gonçalves, os diretores de Defesa Profissional da APM e AMB, Marun David Cury e Carlos Henrique Mascarenhas, respectivamente, e a consultora técnica da CBHPM – AMB, Miyuki Goto.

O papel do associativismo na formação do médico especialista

Em sua apresentação, Marun Cury destacou o associativismo como ferramenta essencial de integração da classe médica, capaz de facilitar o cotidiano do profissional e impulsionar avanços coletivos. “A união faz a força e o associativismo serve à coletividade e facilita a vida do médico”, afirmou.

Cury trouxe dados relevantes extraídos da Demografia Médica no Brasil 2025, mostrando que o Brasil registra atualmente uma média de 45 mil novos médicos por ano, número que anteriormente era de 37 mil, um crescimento impulsionado principalmente pela abertura desenfreada de escolas médicas. “Só perdemos para a Índia….



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