
A proteção de dados na área da saúde é uma prioridade cada vez mais urgente. As informações armazenadas em sistemas de bancos de dados, como históricos médicos, diagnósticos, dados financeiros e operacionais, são altamente sensíveis e, por isso, visadas por cibercriminosos. Em um cenário de constante digitalização e troca de informações entre instituições, blindar esses dados se tornou um desafio diário para hospitais, clínicas e laboratórios.
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“Para os hackers, esses sistemas funcionam como verdadeiros cofres digitais, cheios de informações valiosas. Uma única falha pode causar prejuízos financeiros, comprometer a confiança de pacientes e facilitar golpes como vazamento de dados, sequestro digital (ransomware) e ataques de phishing”, explica José Wildner, Gerente de Infraestrutura e Segurança na SIS Innov & Tech, empresa especializada em soluções de inovação e transformação digital.
O especialista destaca cinco estratégias essenciais que as instituições de saúde devem adotar para garantir a segurança de seus dados:
- Criptografia de dados
É fundamental proteger as informações tanto em repouso quanto em trânsito. O uso de algoritmos robustos de criptografia assegura que dados sensíveis estejam protegidos contra acessos não autorizados, preservando a privacidade dos pacientes e da instituição.
- Controle de acesso e autenticação
Aplicar o princípio do menor privilégio: apenas usuários devidamente autorizados devem ter acesso a dados críticos. Soluções de autenticação multifator (MFA) também ajudam a reforçar essa camada de proteção.
- Monitoramento e auditoria contínuos
Ferramentas de detecção e prevenção de intrusões (IDS/IPS) permitem identificar e responder a ameaças em tempo real, reduzindo o risco de danos antes que eles ocorram.
- Atualizações e correções de segurança (patches)
Manter todos os sistemas atualizados é essencial para fechar brechas exploradas por cibercriminosos. Testes periódicos de penetração também ajudam a identificar vulnerabilidades antes que elas sejam exploradas.
- Backup seguro e plano de recuperação
A realização de backups criptografados e armazenados de forma segura permite que a instituição restaure rapidamente seus dados em caso de ataque, minimizando interrupções nos serviços.
Segundo Wildner, o futuro da cibersegurança na saúde caminha lado a lado com a digitalização acelerada e a adoção de tecnologias emergentes. “Para garantir a resiliência do setor, será indispensável investir não apenas em infraestrutura, mas também na capacitação contínua das equipes. À medida que os sistemas se tornam mais interconectados, a proteção dos dados será um dos pilares da confiança entre pacientes, profissionais e instituições”, finaliza o especialista da SIS Innov & Tech.
*Informações Assessoria de Imprensa











