
O Brasil conta hoje com 32.011 academias ativas, de acordo com dados da Cortex, referência em inteligência de vendas B2B na América Latina. Esse número de estabelecimentos de atividade física abertos é frequentado por 21% da população, tornando o país o segundo que mais pratica musculação e outros esportes. O Brasil fica atrás apenas da Índia (24%), de acordo com dados do Cupom Válido, IBGE e Statista.
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O levantamento, que não considera as mega academias, como Bodytech, Bluefit e Smartfit, mostra que o estado de São Paulo concentra a maioria dos estabelecimentos de todo o Brasil, com 6.496. Minas Gerais vem em segundo lugar, com 3.684 e Rio de Janeiro fecha o pódio, com 2.098 academias. O quarto lugar ficou o estado da Bahia, com 1.995. O top 5 se encerra com o Rio Grande do Sul, com 1.963.
“Os números apresentados no levantamento realizado pela Cortex mostram que o mercado de academias no Brasil voltou a registrar crescimento. O número de academias abertas em 2021 foi 27% maior que no ano anterior. O crescimento se manteve em 2022 e a projeção para 2023 mostra que o número continuará positivo, já que de janeiro a abril foram abertas 894 novas academias. Essa evolução pode ser reflexo da retomada econômica do país, após passar por um conturbado cenário político-econômico, agravado pela pandemia de Covid-19”, afirma Marvin Fiori, Diretor de Inovação na Cortex.
O estudo também revelou que o sudeste é o líder com 13.349 academias abertas. O Nordeste é a segunda região com mais academias ativas no país, com 8.727. Em terceiro lugar aparece a região Sul, com 5.604, logo após vem o Centro-Oeste, com 3.392, e Norte, com 3.049
Confira o top 10 estados com mais academias:
- São Paulo – 6.496
- Minas Gerais – 3.684
- Rio Janeiro – 2.098
- Bahia – 1.995
- Rio Grande do Sul – 1.963
- Paraná – 1.947
- Santa Catarina – 1.694
- Ceará – 1.689
- Goiás – 1.444
- Maranhão – 748
Já em relação ao porte das academias no Brasil – de acordo com o faturamento, o estudo realizado pela Cortex mostrou que as microempresas (com faturamento anual de até R$360 mil) são a maioria no país, com 72,75%.As pequenas (com receita entre R$360 mil e R$4,8 milhões), representam 26,9%, as médias (com ganhos entre R$4,8 milhões até R$300 milhões), são apenas 0,3% e as grandes (acima de R$300 milhões) representam 0,02%.











