
Não é novidade que a pandemia estabeleceu uma nova consciência social sobre os espaços urbanos, a qualidade de vida passou a ser mais valorizada como forma de garantir hábitos saudáveis. Diante desse cenário, o segmento de wellness building ganhou um grande protagonismo no ramo imobiliário, demonstrando a capacidade de explorar uma definição inédita de lar com empreendimentos construídos para serem mais do que apenas um teto.
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Segundo Andressa Gulin, médica e vice-presidente da AG7, representante deste novo conceito de moradia no Brasil, o wellness building pode ser caracterizado a partir da união do green building e do healthy building, que desenha as experiências de cada área ou planta abordando uma balança equilibrada entre lazer, bem-estar e qualidade de vida. “O foco está em proporcionar estímulos positivos por meio de pilares importantes, como localização, exclusividade, design, sustentabilidade, serviços e, principalmente, uma rotina saudável”, explica.
Dessa forma, os empreendimentos de wellness building estão localizados em bairros arborizados e de fácil acesso, onde não é preciso se deslocar tanto para ter contato a serviços que facilitam o dia a dia do morador. “Nas áreas comuns, existe a preocupação em explorar ambientes que se conectam ao indivíduo positivamente. Por isso, muitas vezes são estruturados a partir da criação de espaços ao ar livre, com a presença do verde e da luz solar”, destaca a executiva.
Para colocar em prática características como essa, a AG7 desenvolve soluções com a metodologia exclusiva, que nada mais é que a priorização do cliente e o oferecimento do bem-estar em todos os detalhes. “O conceito de saúde e wellness no setor imobiliário já é uma realidade mundo afora, mas no Brasil ainda precisa dar alguns passos. Por isso, procuramos conhecer profundamente o comportamento humano com uma visão holística e saudável, a fim de construir moradias que inspiram atitudes e boas decisões”, pontua Andressa.
*Informações Assessoria de Imprensa
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