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Cuidados com os pés na terceira idade

Confira o artigo de Rosângela A Oliveira, membro do Departamento Científico da SOBEST

por Assessoria de Imprensa

13/04/2021
Créditos: Ilustração / Javi_Indy / Freepik

Com o aumento da expectativa de vida, o número de pessoas com mais de 60 anos vem crescendo em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a população idosa entre os anos de 2015 e 2050, irá aumentar de 12% para 22%. No Brasil, ela quase triplicará de 12,5% para 30% neste mesmo período, e a nação será considerada envelhecida1. Esses números estão sendo discutidos e acredita-se que sofrerão ajustes pontuais, pois com a pandemia de COVID-19, o número de mortes da população idosa aumentou drasticamente em 20202, no entanto, o contexto geral não mudou. Diante desse cenário, assistir a população idosa ou terceira idade, como também é conhecida, é fundamental, tanto por sua representativa quanto complexidade.

 

O envelhecimento é um processo natural, e provoca inúmeras mudanças  no organismo do idoso. Essas mudanças atingem o sistema imunológico, tornando-o mais suscetível as infecções, as funções cardiovascular e renal também são prejudicadas ao longo dos anos, desencadeando doenças como arritimias, hipertensão, insuficiência vascular, entre outras.  A produção hormonal pode ser prejudicada, como por exemplo, o pâncreas pode reduzir a produção do hormônio insulina, desencadeando diabetes mellitus, a tireóide diminui a produção dos hormônios tireodianos, provocando o hipotireodismo.  A pele e o aparelho músculo-esquelético formado principalmente por músculos, ossos, articulações e tendões, sofrem muitas modificações com o envelhecimento, especialmente as estruturas que compõe os pés e o tornozelo. Há estudos que relatam, cerca de 70% da população idosa pode apresentar problemas nos pés, e as mulheres são mais acometidas e apresentam os quadros mais graves3. Outros estudos pontuam que as doenças que acometem os pés de idosos, aumentam o risco de queda desta população4, portanto, compreender como essas mudanças afetam os pés da população idosa, o impacto que podem causar e o que pode ser feito para melhorar a qualidade de vida dessa população é fundamental.

 

Compreendendo o pé doloroso na terceira idade

 

Figura 1


Após os 40 anos as fibras musculares e o tecido adiposo (gorduroso) presentes na planta dos pés diminuem e tornam-se mais rígidos5. A região do calcanhar acomoda boa parte desses tecidos, e recebe o nome de coxim plantar ou coxim adiposo plantar do calcâneo, o seu papel é receber, absorver e redistribuir o impacto da pisada, ou seja, é um “amortecedor de impacto”. Aos 60 anos, o coxim plantar já sofreu muitas perdas e tem sua função comprometida. O  idoso ao caminhar ou ficar em pé passa a sentir dor, e por consequencia tem  suas atividades diárias e seus deslocamentos ou marcha comprometidos6 (figura 1).

 

As doenças reumáticas, vasculares, artrites, neuropatias e a obesidade, também podem alterar o formato dos pés, provocar deformidades ósseas e  até a queda do arco plantar ocasionando o “pé chato”. Essas alterações desencadeam processos inflamatórios locais, dor e o idoso modifica sua pisada para aliviar desconfortos. A curto prazo o alívio ocorre, mas ao longo do tempo forma-se pontos de pressão, que por fim produzem calosidades na planta dos pés, dedos e provocam dor no pé.

 

Das deformidades, o hálux valgus conhecido como “joanete”, além da dor, potencializa formação de lesões devido ao uso inadequado dos calçados, alteração dos pontos de pressão da “pisada”, e pode ocasionar feridas e infecções com sérias repercussões (figura 2).

 

 

  

Figura 2


As doenças reumatóides, artrite e neuropatia também provocam deformações, que são frequentes nos dedos, popularmente conhecidos como “dedo em martelo” ou “dedo em garra”. Resultam na dificuldade de adequação dos calçados, alteração da pisada, dor, calosidades e lesões (figura 3).



 


     Figura 3


Além das calosidades, há outras lesões dermatológicas que acometem os pés como as micoses e as doenças das unhas. As micoses ou dermatofitoses, são doenças causadas por fungos que atingem a camada mais superficial da pele ou unhas. Esses fungos alimentam-se de queratina, substância presente na epiderme (camada superficial da pele) e unhas. São doenças oportunistas, que acometem o idoso quando seu sistema imunológico não está bem. A proliferação desses fungos ocorre de modo mais intensificado se o ambiente for favorável, como a umidade na pele, por exemplo suor entre os dedos, uso de meias sintéticas,  não secar corretamente o local após o banho, situação frequente para o idoso, pois com a idade as articulações ficam mais rígidas e perde-se a flexibilidade e amplitude de movimento. O uso contínuo de calçados fechados, também favorece o ambiente para os fungos, devido o calor e pouca luz.

 

 Quando a dermatofitose ocorre entre os dedos recebe o nome de Tinea Pedis, popularmente conhecida como frieira ou pé de atleta. Os sintomas mais frequentes são prurido (coceira), ardor e queimação. O início do quadro decorre de maceração local, ou seja, umidade e aspecto esbranquiçado da pele entre os dedos.  A manutenção desse ambiente úmido, resulta em ruptura da pele e abre-se uma porta de entrada para microorganismos invadirem estruturas mais profundas da pele, e assim desencadearem outras doenças infecciosas como a erisipela. A erisipela é uma doença frequente em idosos, especialmente nos   que apresentam problemas circulatórios de origem venoso e edema (inchaço) nas pernas.

 

 

Já a dermatofitose que acomete as unhas é intitulada de Onicomicose. Os fungos alimentam-se da queratina presente na unha, provocando lesões destrutivas e farinhentas. Os cuidados de higiene e  o desbaste  da unha comprometida são fundamentais para conter a proliferação dos fungos (figura4). A evolução da onicomicose é lenta, porém progressiva e contribui para o crescimento incorreto da unha, sendo uma das causas de uma outra doença nas unhas, a   Onicocriptose.



  

Onicomicose                            Desbridamento                 Unha desbastada           


Figura 4

 

A Onicocriptose ou unha encravada, é uma doença  recorrente no idoso e decorre do crescimento e penetração da unha na pele, ou borda lateral (figura5).


Há várias causas, além da onicomicose citada anteriormente, o uso de calçados inadequados, o corte incorreto e o formato das unhas são grandes vilões desse sério problema. As unhas com formato curvo, penetram na pele e provocam lesões e dor, são unhas difíceis de serem cortadas e o risco de um corte inadequedo aumenta,  se no idoso apresentar  perda da acuidade visual, comum na terceira idade.


 

   Figura 5

 

 

A Onicólise é um outro acometimento frequente no idoso. Trata-se do descolamento da unha do leito ungueal (figura6). O uso inadequado de calçados, problemas com a pisada, traumas sequenciais e doenças ungueais como a onicomicose, são frequentes causas. Vale citar a onicólise coloca as unhas em risco para onicomicose.


          Figura 6


Uma outra alteração na unha que pode causar dor, é a onicogrifose, conhecida como “unha grossa” ou “unha de chifre de carneiro” (figura7). Trata-se de uma desordem no crescimento da unha, na qual forma-se  uma placa espessa que pressiona as terminações nervosas do leito ungueal, ocasionando dor.


A onicogrifose tem maior incidência  no  1º. e o 5º. dedos, vários são os fatores que contribuem para sua ocorrência, destaca-se a   idade avançada, pois com o passar dos anos, há aumento da perda de água da unha, deixando-a desidratada e resseca, favorecendo essa desordem no crescimento, outros fatores como calçados inadequados que podem provocar traumas nas unhas, doenças circulatórias, diabetes e neuropatia, quando associadas aumentam os riscos para a onicogrifose7.

Figura 7

 

Os calçados assumem papel relevante no dia-a-dia do idoso, na prevenção do “pé doloroso” e queda, no entanto, os critérios adotados para a escolha do tipo de calçado geralmente visam o conforto, material macio, estrutura flexível, que acomodam melhor as deformidades dolorosas dos pés, e a segurança item fundamental, tem pouca relevância para o idoso. Há estudos que relatam, apenas 29% dos idosos faziam uso do calçado tênis, considerado adequado e seguro para a terceira idade. A maioria dos indivíduos (71%) fazia uso de calçados inadequados, sendo esses, principalmente, do tipo moleca, sandália, chinelo e mule6. Além da estabilidade para caminhar, o tênis possibilita adaptação de palmilhas, associação que pode contribuir na redistribuição dos pontos de pressão dos pés, redução das calosidades localizadas na região plantar e melhora da dor.

 

Várias doenças ungueais (unhas) podem causar dor nos pés e agravos à saúde do idoso, mas o processo de envelhecimento atinge outras áreas dos pés que desencadeiam quadros dolorosos.


A pele ao longo dos anos sofre danos e três dos seus principais componentes: elastina, colágeno e água são prejudicados. A produção de elastina e colágeno diminui, e a capacidade de reter água no interior da pele também sofre redução, deixando-a flácida, rugosa, ressecada e descamativa. A queda na produção dos hormônios testosterona, progesterona e estrógeno, acelera o quadro e reduz a produção de suor “anidrose”, queda de pelos, atribuindo aspecto de pele fina, frágil e algumas fissuras (rachaduras) se formam e causam dor e infecções (figura8).



Figura 8


Essa situação pode agravar-se com uso de   alguns   medicamentos  diuréticos,  anti-hipertensivos e corticóides, que estimulam ainda mais a retirada de líquido da pele.  A doença circulatória periférica compromete a nutrição da pele e acelera esses danos, e a diabetes mellitus pode desencadear neuropatia e comprometer  a sensibilidade protetora dos pés8.

 

Os pés dos idosos sofrem prejuízos mecânicos, ortopédicos, dermatológicos, vasculares e endócrinos, conhecê-los e saber como previnir ou conduzir tais danos, é fundamental. O enfermeiro estomaterapeuta é um profissional especialista, que possui profundo conhecimento dos processos envolvidos no envelhecimento dos pés, e pode contribuir nas etapas de aprendizado do idoso para com seus  pés. Abaixo allgumas orientações imprescindíveis para o cuidado com os pés:

 

1)    Palmilhas sob medida

 

·      As palmilhas confeccionadas sob medida com avaliação prévia da pisada, marcha e alterações das estruturas ósseas, articulares e musculares, podem contribuir para melhor redistribuição dos pontos de pressão, e assim reduzir as calosidades da planta dos pés e a dor;

 

2)    Calçados adequados

 

·      A adequação dos calçados é fundamental  para acomodar as palmilhas, reduzir a pressão das deformidades ósseas, especialmente quando localizadas nos dedos, além de reduzirem o risco de queda, para uma marcha mais segura6.

·      O solado deve ser firme para auxiliar na sustentação, as dimensões compatíveis com o tamanho dos pés (larguraxcomprimento) e tecidos em neoprene, associados aos fechos com velcro, podem ser uma boa combinação.

·      Os calçados antigos, gastos e deformados, não devem ser utilizados, pois comprometem a sustentação do pé durante a marcha, aumentando o risco de acidentes como queda, entorces etc.

·       A compra de um novo calçado deve ser feita ao final do dia, pois os pés tendem a apresentarem edema, revelando dimensões maiores dos pés.

 

3)    Acidentes e Queda

 

·      Não caminhar descalço, com chinelos de dedo, sob pisos com tapetes, molhados, pois potencializam o risco de queda.

 

4)    Meias  

 

·      Deve-se optar por meias de algodão, que além da macies e da abosrção do suor, reduzem o atrito, as meias sintéticas podem provocar irritações na pele.

·      As costuras internas e elásticos devem ser evitados, especialmente se o idoso for diabético e ou apresentar doença vascular periférica. O elástico pode comprometer a circulação e as costuras podem causar lesões nos dedos.

·      Outro aspecto a ser considerado é a higienização das meias, deve-se utilizar sabão neutro, sem corantes ou perfumes, pois esses ativos podem impregnar nas meias e provocarem irritação na pele.

 

 

5)    Hidratação da pele

 

·      A manutenção da barreira de hidratação “natural” ou manto hidrolipídico, produzido pela pele é essencial, e está relacionada com os sabonetes e hidratantes de uso diário. A escolha desses recursos deve ser pautada no pH fisiológico da pele (ácido), baixa concentração de surfactantes, isso implica em sabonetes que espumam pouco, líquidos, sem perfumes, e os hidratantes de preferência com “toque seco”, que ofereçam absorção mais rápida e mais conforto, evitando sensação de pele úmida e pegajosa;

·      A aplicação do hidratante deve ser realizada preferencialmente após o banho, evitando-se contato com os espaços interdigitais e pode ser reaplicado em áreas mais secas como pés, cotovelos e joelhos, antes de dormir;

·      O ressecamento da pele dos pés, deve ser evitado com uso regular de hidrantes e visitas frequentes aos profissionais especializados (enfermeiros estomaterapeutas que atuem em podiatria, enfermeiros podiatras ou podologistas), para o correto desbaste das calosidades e manejo das fissuras, rachaduras;

·      O banho destinado ao idoso deve ser rápido e temperatura mais baixa “água morna”, jamais quente.

·      É importante o banho de sol, pois atua na produção da vitamina D, mas a exposição não deve exceder 15-20 minutos ao dia e áreas mais claras, sem manchas é que devem ser expostas. Vale lembrar que exposição prolongada ao sol, aumenta o índice de evaporação da pele, deixando-a mais ressecada, descamativa, acelerando o processo de envelhecimento e risco de câncer de pele. Todos esses  cuidados podem contribuir para manutenção da pele saudável do idoso.

 

6)    Unhas

 

·      O crescimento da unha do idoso é lento, e implica em maior intervalo para o corte, no entanto, deve ser realizado com regularidade, respeitando o contorno anatômico da unha, e assim evitar complicações já citadas anteriormente;

·       Para as mulheres que apreciam a esmaltação das unhas, a aplicação deve ser realizada com produtos que sejam isentos de produtos alergênicos: tolueno responsável pela secagem rápida; formaldeído pelo brilho, resistência e durabilidade do esmalte, dibutilftalato e cânfora que mantêm o esmalte flexível. No comércio esses esmaltes são conhecidos como “4 Free” 9;

·      Para a remoção dos esmaltes, não utilizar acetona, que é um solvente irritante e aumenta a porosidade da unha, deixando-a mais desidratada. Utilizar removedores de esmalte e de preferência os oleosos, que protegem a queratina presente nas unhas;

·      Unhas com onicogrifose (espessas e grossas), deve ser aplicado diariamente óleo hidratante de semente de uva ou abacate;

·      Unhas com onicomicose (micose de unha), devido ao risco de contaminação, a higiene deve ser redobrada. São unhas que exigem acompanhamento especializado com enfermeiro estomaterapeuta que atue na área de podiatria, enfermeiro podiatra ou podologista, pois é indicada a limpeza, o desbridamento da unha doente, e somente um profissional especialista poderá fazê-lo com segurança, os casos mais graves exigem acompanhamento médico. A escovação diária das unhas durante o banho, com escova dental de cerdas macias e sabonete líquido, auxilia na redução da carga fúngica. O calçado em uso, ao término do dia, deve ser higienizado com álcool 70% e colocado em local com boa ventilação e de preferência com exposição solar por 24 horas. Um outro calçado higienizado previamente, deverá ser utilizado no dia seguinte, esse processo de alternância de calçados é importantíssimo para evitar a reinfecção.

 

 7)    Tinea pedis – Micoses de pele

 

·      Ao término do banho, atenção redobrada para os pés no processo de secagem. Além da toalha ou pano seco, a finalização do processo deve ser feita com papel absorvente (higiênico ou toalha), garantindo que entre os dedos não fique umido;

·      Diariamente observar condições da pele entre os dedos, planta e dorso dos pés, e qualquer sinal de comprometimento da integridade da pele como rachaduras, fissuras, vermelhidão, coceira ou saída de líquido, procurar o profssional especialista, pois o quadro pode evoluir para infecção;

·      Os cuidados de higienie com os calçados citados acima, devem ser somados para a prevenção e tratamento da Tinea pedis.

 

8)    Controle metabólico

·       As doenças crônicas como diabetes mellitus e hipertensão, exigem acompanhamento regular do controle glicêmico e da pressão arterial. Atualmente os aparelhos para mensuração são acessíveis, mas se houver dificuldade para aquisição ou realização do procedimento, as unidades básicas de saúde (UBS), os serviços ambulatoriais dos convênios etc, devem ser utilizados;

·      Hábitos alimentares que envolvam baixa ingesta de sal e açúcar, e alguns casos até mesmo a exclusão desses produtos, são necessários para evitar danos ao organismo que trarão desfeixos comprometedores para os pés;

·      Caminhadas com calçados confortáveis auxiliam no aparelho músculo-esquelético e melhor controle das doenças crônicas;

·      O uso regular dos medicamentos e consultas de acompanhamento (médica, nutricionista, enfermagem etc), contribuem no controle das doenças desenvolvidas ao longo da vida, e embora possa ser desanimador não ter a cura dessas doenças crônicas, e sim o controle, a situação agrava-se quando é negligenciada.



O envelhecimento é um processo biológico complexo, inevitável e implícito no declínio das funções fisiológicas. Os pés integram esse processo, portanto, “envelhecem” e sofrem alterações que podem ser incapacitantes e sofridas, algumas são previníveis, outras exigirão monitoramento e intervenções pontuais, para melhor qualidade de vida. As informações atualmente são mais acessíveis, e os recursos mais disponíveis, negligenciar os cuidados com os pés na terceira idade, trará complicações e transtornos a curto e longo prazo, portanto, “cuidem dos seus pés”.


* Rosângela A Oliveira é Enfermeira Estomaterapeuta (Ti SOBEST), Aperfeiçoada em Dermatologia, Graduada em Podologia e Capacitada em Podiatria. Membro do Departamento Científico da SOBEST. Diretora Técnica SADAPE-Saúde da Pele Serviços Especializados.



Referências:

 

1.    Organização Pan-Americana de Saúde. Folha informativa - Envelhecimento e saúde. [Internet], 2020 [ Acessado em 04 de outubro de 2020]. Disponível em:<https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5661:folha-informativa-envelhecimento-e saude&Itemid=820#:~:text=Entre%202015%20e%202050%2C%20a,com%20menos%20de%20cinco%20anos.> .

 

2.    MACHADO, Carla Jorge et al . Estimativas de impacto da COVID-19 na mortalidade de idosos institucionalizados no Brasil. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 25, n. 9, p. 3437-3444, Sept. 2020 . Available from http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232020000903437&lng=en&nrm=iso  access on 10 Oct. 2020. Epub Aug 28, 2020. http://dx.doi.org/10.1590/1413-81232020259.14552020.

 

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5.    FERREIRA, RC. Talalgias: fascite plantar. Rev. bras. ortop. , São Paulo, v. 49, n. 3, pág. 213-217, junho de 2014. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-36162014000300213&lng=en&nrm=iso>. acesso em 09 de outubro de 2020.  https://doi.org/10.1016/j.rboe.2014.03.012 .

 

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